8 de janeiro de 2015

MINI IMAGINE - Superpower (2)

MINI IMAGINE COM LOUIS TOMLINSON - PARTE FINAL



Escalei o muro, e cai do outro lado, e Louis veio depois.
Limpei minha calça, e olhei pra ele que fazia o mesmo.

- o que tem em mente? - Louis perguntou
- apenas passear, vem

O puxei pela mão e fomos até o ponto de ônibus que tinha bem ao lado da escola, estendi a  mão, e o ônibus parou, entramos e sentamos em qualquer lugar.

- eu morava por aqui, conheço tudo
- morava na Inglaterra, Doncaster, não conheço nada
- pensava que morava a muito tempo por aqui
- não gosto de socializar com o resto da cidade - desviou o olhar - não faço a miníma questão
- é porque você não tinha uma guia feito eu - sorri

Louis me olhou e sorriu de canto.
Depois de um tempo, chegamos até o centro da cidade, descemos do ônibus e começamos a andar.

- sabe o que quero? um sorvete
- está meio frio pra um sorvete - comentou
- a gente tem super poderes, não vamos ter medo de uma gripe, né? - ri - vamos a sorveteria

Ele riu e me seguiu, andamos até a sorveteria, o convenci de pegar um sorvete também e nos sentamos na mesa que ficava fora do local.

- Até que as coisas parecem bonitas fora da escola - olhou em volta
- qual é, Louis? são bonitas, precisa sair mais de lá, o mundo fora é bem divertido
- riu - você que pensa - me encarou - nós temos poderes, somos vistos como monstros, mas eu nunca vi ninguém da nossa escola, matando ou roubando, e os normais fazem isso com a  maior facilidade, são cruéis, nem sei porque sai

Eu sabia que ele era bipolar, mas não tanto.

- por que acha que tudo é tão cruel? - perguntei
- porque sim
- tem que ter um motivo
- meu pai
- o que aconteceu? ele foi assaltado ou...
- ele é um ladrão - me interrompeu - ele... não tem piedade com as outras pessoas, ainda deve me achar um idiota...
- você não é - eu o cortei - eu pensava que... ter poderes um problema sério, mas pra mim é algo natural agora, me ensinaram isso, mas o resto não é horrível assim
- duvido - cruzou os braços

Terminei meu sorvete e me levantei, o puxei pela mão e saímos andando.

- eu nem tinha terminado o meu - reclamou
- está meio frio pra um sorvete - usei suas palavras
- jogo baixo - resmungou
- ri - vem aqui - o puxei até o lago
- uau, um lago, que lindo - ironizou
- por que você tem que ser tão chato em? - me sentei
- é mais forte que eu
- não é, naturalmente você é divertido, mas quando quer é tão insuportável que sinto vontade de te matar
- riu - você merece - me olhou - me enfrenta desde o dia que me conheceu, e só é uma garota de 18 anos
- não vá me dizer que ninguém naquela escola bate de frente com você
- ninguém, desde que eu entrei quando a escola estava no começo, ninguém
- minha mãe disse que eu puxei ao meu pai - desviei o olhar
- onde ele está?
- nunca o conheci
- hum...
- vamos mudar esse papo chato
- na minha opinião, deveríamos voltar, diretor me mata se souber que saímos, e a culpa vai ser minha porque sou o responsável
- revirei os olhos - okay, da próxima vez te largo no colégio
- eu até que viria, porque não é ruim sair com você - disse andando

Sorri e o segui, parece que ele não deve me odiar tanto assim. E eu não queria que odiasse.
Fomos até o ponto de ônibus e ficamos esperando um, me recostei na parede, e Louis ficava olhando para ver se um ônibus chegava. Depois de esperar um pouco veio até mim.

- demora tanto? - perguntou
- ri - você não está esperando nem um minuto direito, só ter calma, você é muito ansioso
- é, talvez um pouco -deu de ombros
- por que você é tão na sua comigo? - perguntei
- como assim? sou normal
- não é não
- tenho meus motivos
- não vamos sair desse ponto de ônibus enquanto você não me disser
- você quer tudo do seu jeito, que saco
- de preferência - ironizei
- porque você é linda, porém nova, tem um jeito que eu adoro, mas se eu te beijasse o diretor me matava - estendeu a mão para o ônibus - feliz agora?
- é... eu... sim, vamos embora

Entrei no ônibus e me sentei no fundo, Louis me olhou e veio se sentar ao meu lado, encostei a cabeça na janela e me perguntei como? Um garoto lindo, mais velho feito ele? parece impossível, não, preciso esquecer isso.

- ei, ficou brava comigo? - perguntou
- o encarei - não, por que ficaria?
- sei lá, me diz você, ficou quieta do nada
- só... é estranho, e por que o diretor te mataria?
- ele tem alguma coisa com você, parece querer cuidar de você, não notou isso?
- eu notei, mas pensava que era algo da minha cabeça
- não é, todo mundo já notou
- suspirei - e eu tenho um jeito que você adora? pensei que odiasse - ri
- é diferente das outras - desviou o olhar - talvez eu seja estranho por gostar de você - riu
- gosta de mim?
- como... amiga, essas coisas, olha Seu nome você só está me complicando, que coisa
- ri - é divertido... calma, releva, Louis
- revirou os olhos - chata

(...)

Chegamos no colégio normalmente, aparentemente, ninguém tinha notado nossa saída.
Para conferir, fui até a sala do diretor, antes de entrar, escutei uma voz feminina, muito familiar.

- Jack... onde ela está?
- eu vou chamá-la, calma, você acabou de chegar, Rosalie

Minha mãe? e como ele sabia o nome dela assim?

- suspirou - ela está indo bem? - perguntou
- perfeitamente, está me orgulhando demais
- ainda não contou pra ela, não é?
- estou com medo da reação dela, parece tão nervosa, ainda está no meio do treinamento, não quero desviá-la
- você não acha que ela deseja saber logo que é o pai dela?

Abri a porta no mesmo instante e os dois me olharam.

- Seu nome - minha mãe disse
- por que não me contaram logo?! - perguntei alto
- filha, não é assim tínhamos...
- do que?! mentir mais? me fazer esperar igual uma idiota pra saber quem simplesmente é o meu pai? E você? - olhei para o diretor - por que não me disse logo?
- eu... queria esperar...
- o que? - meu olhos ficaram marejados - eu só queria a verdade, desde o começo

Ouvi os vidros da sala quebrarem, na realidade tudo quebrar, eu não conseguia mais controlar, saí da sala rápido, e por mais que tudo a minha volta estivesse quebrando, ou caindo, estava nervosa, e queria apenas sair dali.
Então me encontrei com Louis que me parou.

- você está fazendo isso?
- eu não consigo controlar - senti as lágrimas caindo - me ajuda


- Seu nome, calma, olha pra mim - olhei em seus olhos - está tudo bem, eu estou aqui, confia em mim

Ele limpou as lágrimas do meu rosto, e eu suspirei, as coisas pareciam ter se acalmado a minha volta.

- tá tudo bem - ele disse - o que houve?
- ele é meu pai...  - eu disse
- quem?
- o diretor, é meu pai

Louis me olhou por um tempo, então o abracei, ele correspondeu logo, me deu um abraço forte, acho que foi a primeira vez que eu parecia frágil perto dele.

- não chora - ele disse - isso não é ruim
- é ruim porque ele mentiu, depois de todos esses anos, ainda mentiu mais, é óbvio que ele não me quer como sua filha
- não é assim, calma, vou te levar pro seu quarto tudo bem?
- acho que vou ficar no refeitório pra esfriar a cabeça - me afastei dele - obrigada, não esperava que você seria bom consolando alguém - brinquei
- riu baixo - pois é, quer companhia?
- se você tiver paciência

Ele assentiu e fomos até o refeitório em silêncio, pra minha sorte as malditas lágrimas haviam parado de cair, eu odeio chorar.
Peguei uma garrafa d'água, e me sentei ao lado do Louis, que estava sentado na mesa.

- o que houve de verdade? - perguntou
- eu ia falar com o diretor, minha mãe estava lá e eu escutei a conversa, de brinde ainda mostrei que não sei controlar os poderes
- você ficou muito nervosa, relaxa, isso acontece
- tem certeza? - o encarei
- tenho, já aconteceu comigo
- sério?
- sim - assentiu - meus pais não me queriam mais em casa, eu fiquei magoado, e quase destruí minha casa foi horrível
- eu acabo contando minhas vida, mas não sei nada sobre você - o encarei
- porque minha vida é chata
- então, conta
- revirou os olhos - meus pais me expulsaram de casa, então eu vim pro colégio que estava no começo, o diretor me ensinou tudo que eu sei, me tratou feito um filho, por isso não consigo acreditar que ele não te queira - me olhou - devia ter algum problema
- eu não sei, ele me deixa confusa - suspirei
- então esquece um pouco isso
- como eu faço isso? - perguntei - só consigo pensar nisso e...

Eu fui interrompida, ele falou algo? não. Brigou comigo? não. Muito pior, ou melhor... me beijou, senti sua mão na minha cintura me puxando pra perto, e eu apenas correspondi, depois rompemos o beijo, o encarei e ele parecia me esperar falar algo, mas acho que minhas palavras sumiram.

- acho que você esqueceu - riu
- é... eu... talvez sim
- ou ficou mais confusa?
- eu... não sei - me levantei
- por que fica assim? gaguejando, etc
- porque... é estranho um cara feito você querer beijar uma garota feito eu
- você é perfeitamente normal
- sério? - ergui uma sobrancelha
- tá, talvez não tanto - riu - mas não vejo problemas pra mim não gostar de você
- 18 anos, não sei controlar os poderes, sou nervosa, problemática e...
- você só está acrescentando defeitos bobos - me puxou pra perto - e eu não ligo pra nenhum deles
- você parecia me odiar
- odiava, mas tenho que admitir que você me fez gostar de você
- simples assim?
- pra que eu iria complicar? - abraçou minha cintura - esquece seus problemas vai - piscou
- ah eu adoraria - me aproximei e lhe beijei - mas não posso - me afastei e sai andando
- o que vai fazer?
- falar com meu "pai" - fiz aspas com os dedos

Andei até o escritório, e um sorriso se mantinha no meu rosto, efeito do Louis? só o que me faltava, começar a gostar de alguém justo agora, e pior, em tão pouco tempo.

Bati na porta rapidamente e a abri.

- quem quer seja melhor ir, não estou em um dia pra atender ninguém

Ele estava olhando para a grande janela, de braços cruzados.

- nem pra mim? - perguntei

Ele se virou e olhou pra mim.

- pelo menos agora não tem mais nada pra quebrar - brincou
- é - me aproximei - deveria ter coisas mais resistentes na sua sala - me sentei
- ninguém tinha quebrado tudo dessa forma, então não me preocupei ainda - se sentou - então...
- só vim te perguntar... por quê? por que dessa demora?
- sua mãe queria te proteger e eu concordei, quando você chegou, eu não sabia como reagir, como te contar
- era só falar "ei sou seu pai", eu ficaria feliz
- sua mãe disse que nunca se importou
- porque eu nunca tive um, agora que... você apareceu é tudo diferente
- sempre me importei, você não tem ideia o quanto queria te conhecer
- eu estou aqui - dei de ombros - mas magoada, porque parece que você nunca me quis como sua filha
- eu não poderia querer uma filha melhor, sempre tratei todos aqui como filhos, mas te ver aqui é muito bom, não tem ideia o quanto eu estou feliz
- você recebia meus cartões de dia dos pais?
- todos - sorriu - guardo todos no meu cofre, onde estão tudo que eu tenho de mais importante, mas infelizmente você parou de mandar quando tinha 15 anos
- eu achava que não tinha ninguém, comecei a me sentir idiota
- mas sua mãe continuou me mandando fotos...
- e agora?
- você é minha filha, só isso importa
- sorri - é estranho ter um pai
- riu - mas agora você tem, desculpa, não tem outro melhor
- você está ótimo - pisquei

DIA SEGUINTE

Depois de conversar um longo tempo com o diretor, meu pai, bem, tanto faz, fui direto pro meu quarto, e contei tudo pra Maria.
Acabei não vendo mais o Louis dia inteiro, não acredito que estou pensando nele de verdade sem parar,
Saí do quarto, e por incrível que pareça ao mesmo tempo que Louis saiu do dele. Olhou pra mim e sorriu.

- bom dia - ele disse
- bom dia - sorri
- espero que a conversa com seu pai tenha sido boa, porque você me largou sozinho no refeitório
- ri -  foi ótima - pisquei
- se aproximou - fico feliz por você

Sorri novamente, como ele consegue me tirar um sorriso tão fácil assim?
Ele desviou o olhar para os meus lábios e eu o beijei, senti suas mãos na minha cintura, e me empurrar até seu quarto, entramos e ele trancou a porta, e voltou a me beijar.

- Cadê o Harry? - perguntou
- no quarto da namorada dele

Voltei a beijá-lo, ele me empurrou até sua cama, até que eu o parei.

- o que foi? - perguntou
- eu... não vou transar com você agora, sabe... acabamos de nos conhecer, essas coisas
- suspirou - garotas são tão complicadas - se jogou na cama
- garotas não são tão fáceis, Tomlinson
- revirou os olhos - acho que podemos deixar o trabalho de lado hoje não é?
- pra...
- ficar aqui, simplesmente - deu de ombros
- sorri - parece uma ideia - me ajeitei na cama e tirei meu tênis

Ele tirou os próprios tênis e se deitou do meu lado, se virou e me encarou. Lhe dei um selinho e ele sorriu.

- você parece gostar de mim também - comentou
- acho que já começou a ficar óbvio - ri
- se o Niall visse isso, ele apenas falaria "eu avisei"
- por quê?
- ele me disse que acabaria gostando de você, parece que ele estava certo, mas sou orgulhoso, não queria admitir logo

1 MÊS DEPOIS

Eu e Louis estávamos ficando escondidos, apenas Niall, Maria e Harry sabiam.
Era um sábado, onde a maioria sai pra ver seus pais, porém minha mãe teve que viajar, e Louis sempre fica aqui sozinho, então decidi ficar aqui com ele.
Minha relação com meu pai está bem melhor do que eu esperava, provavelmente porque eu decidi deixar o passado de lado.
Acordei, tomei um banho rápido e coloquei uma roupa.
Saí do meu quarto, e bati na porta do Louis, demorou um pouco mas ele abriu a porta, com certeza ainda estava dormindo, estava com os cabelos completamente bagunçados e apenas de bermuda. Acabei rindo e lhe dei um selinho.

- sabe que horas são? - perguntei
- provavelmente um horário que eu ainda estivesse dormindo - passou a mão no rosto
- quase uma da tarde
- só acordo se for pra ficar com você - me beijou
- então pode ficar acordado
- não vai ver sua mãe?
- ela vai viajar - entrei no quarto - então decidi ficar aqui com você
- sorte a minha então - sorriu
- o que fica fazendo aqui no final de semana? - me sentei na cama
- na verdade nada - disse indo até o banheiro - as vezes vou falar com o diretor, ou qualquer coisa
- nossa que vida animada - ironizei

Ouvi sua risada, e depois ele voltou até o quarto. Se deitou do meu lado e me puxou pra perto e me beijou.

- o que quer fazer? - perguntou
- não tenho ideia, já esta meio tarde mesmo, e frio
- não gosta de frio?
- não - neguei com a cabeça
- te esquento - sorriu malicioso

Sorri e fiquei por cima dele, voltei a beijá-lo, senti suas mãos por baixo da minha blusa, o ajudei a tirar minha blusa, desabotoei sua bermuda, e tirei. Voltei a beijá-lo, Ele ficou por cima de mim, e tirou meu shorts, Beijou minha barriga até meu pescoço, se livrou do meu sutiã,
Voltou a me beijar, fechei meus olhos sentindo seus beijos no meu pescoço, depois o senti dentro de mim, cravei minhas unhas nas suas costas, e sussurrei seu nome.
Depois de um tempo, chegou a ápice, e deitou do meu lado, e me puxou pra perto. Suspirei e lhe dei um último beijo. Ele nos cobriu e me abraçou.

- acho que eu não poderia querer um final de semana melhor - comentou
- sorri
- as vezes me sinto sozinho
- o beijei - por quê?
- não sei
- para com isso, você não é nem um pouco sozinho - o encarei
- não?
- você tem eu e meu pai - pisquei
- mas não minha família
- quer alguém melhor que dois anormais com poderes? - ri
- sorriu - sabe uma coisa que eu deveria ter feito e não fiz?
- o quê?
- te pedir em namoro - me beijou - e aí?
- eu adoraria - sorri - só espero que não encham nosso saco
- pra que se importar com isso?

DIA SEGUINTE 

Acabei dormindo no quarto do Louis mesmo, pra minha sorte, meu pai não liga muito para as regras no final de semana, então deixa pra lá.
Apesar que o colégio não tem regras tão rígidas, todos sabem mais ou menos o que pode e não pode.
Acordei e Louis ainda dormia, fui até meu quarto, tomei um banho e coloquei uma roupa. Decidi fazer uma visita pro meu pai.
Bati na sua porta algumas vezes, e logo escutei sua voz dizendo para que entrasse.

- oi - sorri e entrei
- oi filha... tudo bem?
- claro e você? - me sentei
- bem
- não sai daqui não?
- tenho que cuidar do colégio e estar aqui sempre que os alunos precisarem
- quase nem tem alunos, e eles não vão precisar de nada agora
- nunca se sabe
- vim te contar uma novidade
- qual é dessa vez?
- estou comprometida
- com quem?!
- Louis
- hum...
- esperava escutar um "que bom filha"
- sou seu pai, não sua mãe
- ri - ué, você gosta do Louis
- vou rever meus conceitos
- pai! - ri novamente
- tudo bem, sei que você não é mais uma criança
- pois é, agora eu vou voltar pro meu quarto, depois volto aqui pra conversarmos mais
- é, depois manda seu namoradinho aqui pra mim ter um papo com ele
- tá bom - me levantei - beijo - eu disse saindo

Voltei até meu quarto, me sentei na cama, e depois porta foi aberta por Louis.

- estranhei você não estar mais lá
- fui falar com meu pai
- não me diga que contou que estamos namorando - se sentou do meu lado
- contei
- ele vai me matar, já estou vendo
- não é assim - ri
- ah claro que não - ironizou - está rindo porque não é sua vida que está em risco
- não liga com isso - o beijei - te amo
- hum... - sorriu
- o que foi?
- primeira vez que você me diz isso, também te amo, agora vamos curtir porque quando for falar com seu pai, serei um homem morto
- dramático - revirei os olhos
- me abraçou - vamos esquecer isso, porque eu tenho algo bem mais importante
- o que?
- você - sorriu

FIM 

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OI OI! 
Desculpa se o final fico meio ruim, ou se a segunda parte ficou meio ruim, estou meio sem criatividade, sei lá o que houve. 
Mesmo assim, obg pelos comentários do último capítulo, meu amores - beijos - mi. 



8 comentários:

  1. Nem li mas sei que esta perfeito *-* Os imagines da Mi são sempre os melhores *-* Tá de parabens viu?! :3 :v *-*

    XxxxTabatha

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  2. Ameiiii, esse imagine ficou muito perfeito! Bjs! <3

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  3. aaaaah :( so pq queria ver a cv do Louis e o pai da S/N
    lindooooo <3

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  4. Ficou ótimo como sempre nee..
    Ameii esse imagine tava lindoo, pft msm , parabéns divaa hehe 😘❤

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  5. Awn... Ficou simplesmente lindo! Perfeito como sempre!

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  6. MDS QUE PERFEITO QUERIA QUE TIVESSE MAIS
    XXX LII

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  7. ADOREI! Super original, ficou perfeito
    XxGigi

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