1 de janeiro de 2016

Who Is In Control? - Prólogo

                          
                                                                   PRÓLOGO
Era meia noite, chovia e relampeava. Louis, meu irmão, e eu vagávamos tranquilamente a procura de sua próxima vítima. Ele gostava de castigar garotas e eu como irmão mais novo era obrigado a assistir - com o tempo passei aprendi a gostar - seus alvos eram meninas lindas que o esnobavam ou tinham poder para isso. Minha mãe dizia que Louis tinha uma raiva reprimida por ter tido seu coração partido, mas não acho que isso explicasse o que ele fazia com aquelas garotas. Não, meu irmão não as estuprava, ele fazia pior, as torturava e depois matava.
Naquela noite eu tinha um pressentimento ruim, sentia que algo ia dar errado e deu.
Ele já havia escolhido sua vítima, ela se chamava Britanny e já havia pisado nele algumas vezes. Levamos ela até o local de costume, era sempre na mesma casa velha e abandonada que fica perto da nossa. 
- Amordace ela. - Louis ordenou e eu o fiz.
Fiz todo o processo, amordacei, a vendei e amarrei seus pulsos.
A levamos para a casa abandonada e a sentamos em uma cadeira. Tiramos sua mordaça e prendemos suas mãos na cadeira como nos filmes.
Britanny chorava e implorava, dizia que não precisávamos fazer isso que ela daria o que quiséssemos.
- Você não pode nos dar o que queremos. NÃO PODE DAR O QUE EU QUERO!
- Por favor. - Ela pediu mais uma vez. - Eu tenho dinheiro, eu posso dar a vocês o que quiserem.
Ele riu.
- Não pode, não. - A voz dele era calma, porém muito perturbadora. Louis se transformava nesses momentos, era assustador.
Eu permanecia calado apenas observando.

- Por favor, não me machuque. 
- Mas a ideia é justamente essa.
- Me ajude. – Agora Britanny falava comigo e eu olhei para o meu irmão apreensivo.

Louis sorriu largo como se achasse graça e naquele momento eu tive um vislumbre de um psicopata.
Ele pegou uma faca e passou de leve sob o rosto da menina deixando um fino arranhão. Britanny gemeu e então meu irmão riu. Ele adorava o som dos gritos, gemidos e suplicas aquilo o entorpecia, ver a dor delas o excitava. Sua pupila dilatava quando ele via o sangue descer e o medo da vítima aflorar.
Quando Louis se virou para pegar outro acessório de tortura ela conseguiu se desamarrar e correu até ele o empurrando janela a baixo, ele tentou puxa-la junto, mas a miserável se safou.
Tudo ocorreu muito rápido e eu estava confuso, corri para perto tentando o socorrer, mas ele já tinha caído, estava morto. Aquela vadia tinha matado o meu irmão.

- Não chegue perto de mim. - Ela me ameaçava com uma faca e eu ri.

Naquele momento me senti um demônio muito pior que meu irmão, parti para cima dela com graça e precisão. A garota tentou me esfaquear, mas não teve força, uma pena porque eu tive. Uma facada, duas facadas, inúmeras facadas. A cada golpe a adrenalina e a excitação tomavam conta de mim, agora eu entendia meu irmão. Depois que ela finalmente estava morta e eu vi a atrocidade que fiz tentei chorar, porém nada saiu, nem uma lágrima. Eu queria mostrar a mim mesmo que não era um monstro como meu irmão e que tinha sentimentos, mas a única coisa que eu fiz foi rir.
Três semanas se passaram e finalmente cessaram as fofocas sobre a morte de Louis e o sumiço de Britanny e eu jurei a mim mesmo que não continuaria com aquilo, mas Louis começou a aparecer para mim e me fez mudar de ideia. Ele sabia que eu era covarde demais para machucar alguém outra vez e que só tinha matado Britanny para não manchar nossos nomes e ser preso. Sua proposta era surreal, mas ver e conversar com meu irmão morto também era. Ele queria que eu cedesse meu corpo para que ele continuasse com suas matanças e como eu poderia dizer não?


EU ESPERO QUE GOSTEM, LEIAM A CRIMINAL LOVE TAMBÉM, POR FAVOR, COMENTEM O QUE ACHARAM. ESPERO QUE GOSTEM XOXO FELIZ ANO NOVO!!!!!!!!!

Um comentário:

  1. Mds todo esse lance sobrenatural que lindo*-* continuaa please PS:Adoro voo'c e suas fics <3

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