17 de abril de 2015

Unbreakable Connection - 1° Temporada - Capítulo 01 - Fight In The Rain


*Maya Lawrence P.O.V*

Quando eu abro meus olhos, poucos raios de sol cintilavam contra ao vidro da janela, eu acordei exatamente como fui dormir, por isso, quando tento me sentar, meu braço esquerdo e minha nuca latejam, faço uma leve massagem nas áreas afetadas pela dor quando finalmente consigo sentar-me.

Levanto-me segundos depois, retiro meu pijama e entro no banheiro, tomando uma ducha, tentando dizer ao meu corpo que era hora de acordar, assim que eu saio, abro meu armário e pego uma calça preta, uma blusa de mangas longas, com listas pretas e brancas, um all star tingido em cinza, seco meus cabelos levemente, pego minha mochila que estava no chão, perto da porta e atravesso o corredor em direção a cozinha.

Minha mochila para sobre a mesa de centro, pego meu cereal com algumas sementes naturais e como com um pouco de iogurte de morango, quando termino coloco tudo na pia, limpo tudo, e em poucos minutos, estou no carro, rejeitando mais uma ligação de Kyle.

~*~

Estaciono o carro nas ultimas vagas que restavam no estacionamento central, volto minha mochila aos meus ombros, abro a porta do carro e quando eu saio, tranco o mesmo.

- Por que não atendeu as minhas ligações ontem à noite? – A voz com um leve tom de preocupação de Holly entra pelos meus ouvidos.

- Desculpe Holly, estava ignorando Kyle. – Respondo, enquanto entravamos juntas no hall da ala A, que era todo decorado com milhares de espelhos colados nas paredes em volta de nós, era um local abrangente, pois ali ficavam a sala da diretora e a secretária, onde alguns alunos ainda faziam suas matriculas.

- Você não pode ignorá-lo para sempre, Maya. – Holly diz, alertando-me de que ela ainda estava presente ali.

- Eu sei Holly, mas o que quer que eu diga a ele? Eu não consigo nem ao menos ouvir a voz dele... – 
Digo baixinho, enquanto deixamos o hall do prédio e nos direcionamos aos nossos armários, que se encontravam próximos uns dos outros, num corredor vizinho do hall.

- Vocês têm que esclarecer as coisas com ele, ou vai ficar evitando-o pra sempre? – Ela me diz, mas eu realmente senti vontade de ignorar a sua pergunta.

- Eu sei que não posso ignorá-lo para sempre, essa hora irá chegar, mas até lá, eu não quero falar com ele. – Respondo tentando ser o mais clara possível, de que eu não estava a fim de falar de Kyle.

- Tudo bem, se você quer assim, bem, te encontro no almoço? – Pergunta Holly.

- Uhum. – Respondo, enquanto Holly segue até seu armário, paro de andar e digito a senha do meu armário, o mesmo abre e retiro meus materiais, coloco dentro de minha bolsa, e sigo para a minha primeira aula do dia.

~*~

Passaram-se poucos minutos depois que a aula havia se iniciado, um trovão estrondoso ecoa pelas paredes da sala de aula, denunciando que o dia seria chuvoso, particularmente eu gosto de dias chuvosos, mais a parte ruim é que eu estou na faculdade, e não em casa.

Faço anotações importantes de todas as aulas, procuro entender o que o professor está tentando passar, mesmo quando ele está sendo maçante. Afinal, eu desejo em formar em direito.

A manhã passa de um jeito rápido, o que eu achei interessante, já que em meus planos matinais, Kyle não se encontrava; no horário para o almoço, encontro Holly esperando por mim na entrada do prédio, me junto a ela, fomos até um restaurante próximo, que sempre costumamos ir, ela se senta a minha frente, parecendo preocupada com algo.

- Alguma coisa errada, Holly? – Pergunto, com minha sobrancelha levemente arqueada.

- Não é nada é só que... – Ela gagueja, enquanto via seu nervosismo, representado em seu tique de ficar estralando os dedos.

- É só que? – Pergunto, esperando que ela me respondesse com sinceridade.

- É a minha mãe, ela passou mal por dois dias seguidos e... – Ela se enrola nas próprias palavras, alertando-me que ela não estava bem.

Estico minha mão por cima da mesa de vidro, pego em sua mão, ela me olha, faltavam poucos segundos para que ela desabasse, e então eu pulo para o seu lado, abraçando-a.

(Imaginem cadeiras em vês de uma cama ;*)

- Holly, não precisa ficar assim – Consolo-a, enquanto ela tentava não derramar lágrimas. – Sua mãe é forte, exatamente como você... – Falo baixinho, enquanto uma garota ruiva, com um avental amarelo se aproxima de nossa mesa, consigo a garota trazia dois pratos, quando ela chega a nossa mesa, peço para que ela coloque os nossos pedidos sobre a mesa, e assim ela sai, Holly continua agarrada a mim, como um macaquinho, acaricio seu cabelo macio, e ouvia-a dizer algumas poucas palavras enquanto tentava comer.

Holly e eu nos conhecemos a quatro anos, na segunda série do ensino médio, ela era quieta, e eu também era o que facilitou a nossa aproximação, desde então somos inseparáveis, escolhemos nossos cursos na mesma faculdade, já que não conseguíramos ficar uma sem a outra, e até este ponto ocorreu bem...

Holly e sua mãe tiveram problemas quando ela era uma adolescente, Sra. Muller sempre foi uma mulher perfeccionista e exigia a perfeição de sua filha, mas ninguém nesse planeta é perfeito, Holly sofria muito com sua mãe, mas quando ela conseguiu entrar numa das prestigiadas faculdades de Brad Ford, sua mãe se tornou uma presença mais agradável, mas mesmo que sua mãe fosse daquele jeito, Holly não parou de amá-la, tanto é que, neste momento chora por ela...

~*~

Quando a aula na parte vespertina do dia se acabou, a chuva havia retornado o que eu achei péssimo, por mais que meu carro estivesse estacionado na frente do edifício, os desníveis do local dificultavam minha passagem, que acabaram formando poças e poças e água suja.

Holly não ficou à tarde, foi embora logo após o almoço, havia ido ver sua mãe, a maioria das pessoas haviam ido embora, de um jeito ou de outro, e eu estava sozinha nessa.

Passaram-se trinta minutos desde que havia decidido esperar a chuva passar, mas meu plano desta vez não funcionou, e a chuva pareceu piorar, algumas pessoas estavam ali também, um grupo de três garotas, no canto esquerdo, um garoto estava sozinho encostado nos pilares da parte direita e eu.

De repente, a porta central, se abre, libertando o rosto de Kyle, aquele foi o momento em que eu decidi, sair correndo, atropelando-me em meus pés e molhando todo o meu tênis com a água da chuva. Mas é claro, que eu não o fiz.

Kyle me observa, com alguns metros de distancia, ele não parece ter intenções de vir até mim, mas alguns segundos depois se sua aparição, seus passos são direcionados a mim, e eu tenho certeza de que não havia mais ninguém atrás ou ao meu lado, ignorei seu olhar, mas não foi possível ignorar a 
sua voz.

- Maya? – Ele diz, olhando-me nos olhos, mas eu fiz questão de desviar meu olhar.



Não respondo.

- Maya...? – Ele torna a dizer o meu nome, o olho com ar de reprovação.

- Quem você pensa que é para dizer o meu nome? – Eu digo, com uma feição extremamente sínica.

Seus dedos frios como o gelo tocam meu braço sobre o tecido fino de algodão.

- Quem você pensa que é para me tocar? – Pergunto, afastando-me dele.  Não me toque.



- Maya eu quero ter uma conversa com você, sério. – Ele diz, apertando os olhos.

- Não temos nada pra falar. – Rebato, enquanto ele se reaproxima.

- Sim, nós temos. – Ele diz, rangendo levemente seus dentes.

- Kyle, esquece que eu fiz parte da sua vida. – Puxo minha mochila para o meu ombro, aproveito que a chuva reduz seu nível e começo a caminhar debaixo de pingos, tento desviar das poças de água, mais acabo por molhar ainda mais o meu tênis, cada passo que dou, escuta-se os de Kyle atrás de mim, o meu carro parecia estar o mais longe possível, mesmo que a estatística era se aproximar cada vez mais.

- Maya, olha aqui, - Ele puxa meu braço com uma força brutal, quando meu corpo gira, encaro seus olhos, possuídos por um sentimento conhecido como raiva. –, Você de as costas para mim quando eu mandar, ta entendendo? – Ele age como se meu mundo todo girasse a sua volta, e também como se ele mandasse em mim.

- Escuta aqui, Kyle, quem você acha que é para falar comigo nesse tom, cala a sua boca! – Exclamo dando a ele minhas costas novamente. Tenho certeza de que ele poderia explodir de raiva naquele momento, tanto é que quando eu chego perto do meu carro, ele me empurra com força pelos braços fazendo que eu me encontrasse com a lataria do carro, totalmente molhada pela chuva.

- Quem manda alguém calar a boca aqui sou eu! – Exclama, cuspindo as palavras sobre mim, tento me libertar do aperto que suas mãos proporcionavam aos meus pulsos, mas foi totalmente em vão.

- Kyle, me solta. – Digo entre ranger de dentes. Ele me solta, mas nem por isso, ele vai.

- Você é minha, Maya, não importa o que você pensa nos ficarem juntos até quando eu quiser. – Ele diz.



- Eu não sou sua, nunca serei, ponha uma coisa na sua mente, eu não quero mais saber de você. – 

Digo sem ter pensado que Kyle É o tipo que age sem pensar.

- Você cala a sua boca, vadia, o que eu dito é regra. – Ele volta a apertar meu pulso esquerdo, eu puxo meu braço com força, o que em conseqüência traz uma dor muito forte entre minha carne.

- Você é louco, Kyle?! – Exclamo enquanto sinto seus dedos fincarem em minha pele.

- Cara, qual o seu problema? – Uma voz diferente entra no meio da conversa, minha cabeça gira em direção de onde a suposta voz veio, um choque toma conta de todo o meu corpo, quando observo a figura parada entre dois carros, a poucos metros de distancia.

Era exatamente o mesmo garoto, o mesmo que me tirou daquele acidente.

Ele avança até Kyle, que no momento o enfrenta, como se ele não fosse nada, o garoto puxa o braço 
de Kyle libertando o meu pulso, que latejava.

- Me diz seu covarde! Qual seu problema? – Ele empurra Kyle com suas mãos, Kyle se afasta de mim.

- me diz qual é o seu problema! Você não tem nada a ver com que ta acontecendo aqui! – Kyle diz, fervendo de raiva, enquanto olhava para o garoto.

- Não sei qual o meu problema, mas o que tipo de pessoa machuca uma garota? – Ele diz, Kyle recua, enquanto eles discutiam, eu pego as chaves do meu carro, destranco o mesmo, foi então que eu vejo Kyle socar o rosto do garoto, e em seguida, o garoto lhe recompensa com um soco em seu estomago, abro a porta do carro, jogo minha mochila dentro e decido intervir, puxo o garoto de perto de Kyle, e observo Kyle gemer por alguns segundos até que eu possa dizer alguma coisa.

- Kyle, vai embora. – Digo, e pela primeira vez, ele concede meu comando, e em poucos minutos ele não está mais presente ali.

(Esse Kyle, pqp gente)

- Você ta bem? – Ouço o garoto dizer.

- Sim, eu to bem, mas e você? – Pergunto com medo que Kyle tenha feito algo.

- Sim eu to legal. – Ele diz, e eu me pergunto se ele se lembra de mim.

- Obrigada, novamente... – Digo baixinho, tenho certeza que ele me observava naquele momento.

- Não agradeça. – Ele diz exatamente o que disse na ultima vez que ele me livrou de uma. – Se cuida, Maya... Não estarei aqui todas as vezes que precisar... – Ele diz, e simplesmente sai, e eu fico debaixo de uma fina garoa, tentando entender como ele sabia meu nome.



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Oooooi! Tudo bem?

Bem gente, obrigada pelos comentários! Uuuuh, bem tá ai o capítulo um, espero que tentam gostado, e eu não coloquei tantas gifs por que eu não achei tantas que parecessem com a cena, ou que fosse de cada personagem mesmo...

Bem, é isso! Bejinhos da Mandi, em breve a fanfic terá trailer! Uuuh, kkkkkk boa noite amoras :*

15 de abril de 2015

A Aposta-Personagens

Miley Cyrus:Tem 16 anos e é uma garota durona e marrenta,ama estar com as amigas e nunca recusa uma festinha,odeia Niall Horan,tanto que aceitou uma aposta só para poder partir seu coração.Nunca se apaixonou por alguem de verdade e nem se importa com isso,a coisa que mais importa na vida dela é proteger quem ela realmente ama.
                                   















Niall Horan:Ele é considerando o "Pegador" da escola,tambem odeia Miley,Tem 17 anos um irmão mais velho chamado Greg  que esta na faculdade.Apesar de conecher muita gente tem apenas dois melhores amigos,Louis e Liam,joga futebol americano na escola,e isso ajuda com as garotas.













                                                                                       
 Ashley Benson:Aprendeu a ser durona como a Miley,mas
tem um coração mole por dentro,tem uma quedinha por Louis mas não admite isso nem pra si mesma.Tem 17 anos e é uma das melhores amigas de Miley,se conhecem desde os 13 anos



















Louis Tomlinson:Melhor amigo de Niall,joga no time de futebol da escola e se dedica muito a isso,nunca namorou serio,só pensa em curtir e não está nem ai pra quem vai se magoar.Repetiu um ano do ensino medio e tem 18 anos,é um cara muito dedicado e que ama fazer a pessoas sorrirem.É muito confuso quando o assunto é sobre seus sentimentos.

















Shay Mitchell:Tem 17 anos e é uma das melhores amigas de Miley.é uma garota muito doce e gentil,ama estar com as amigas e é capaz de fazer qualquer coisa por elas.Shay e Ashley são amigas muito antes de conhecerem Miley.é muito sincera quanto aos seus sentimentos.






















Liam Payne:Um garoto muito sensivel e carinhoso,é apaixonado por Shay,seus amigos já sabem só a garota que ainda não conseguiu perceber.Tem 17 anos é o
melhor amigo de Niall desde a infancia,é muito protetor com os amigos e com a familia.























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                 Oiieee!!!
   Não tenham vergonha podem comentar eu não mordo.
 Logo logo posto o 1° capitulo

Bjs
 

-Vick




14 de abril de 2015

FIRE ☣ 10 BOM GAROTO


Com certeza ela é um problema, não sai da minha mente, e ela ficou apenas um dia comigo, parece que o mês que não nos falamos nem ao menos passou. Se existe um deus ou algo assim, será que cometi um pecado ou fiz algo muito bom pra merecê-la na minha vida? 


DIA SEGUINTE 


Terminei a prova, e fazia muito tempo que não tinha certeza que fui super bem na prova. Quando acabei sai da sala, já que liberam, senti uma mão em meu ombro, me virei e Lindsey estava ali sorrindo. 


- então...?
- se prepara, porque vou tirar 11 
- uau - riu - se eu tirei um 8 estou super feliz
- vai pra casa? 
- acho que sim, quero estudar pra prova de amanhã
- hum... me ajuda? 
- acho que meu pai não está em casa, quer vir? 
- quero - sorri 

Dei uma carona pra Lindsey, no caminho ela digitava no celular. 

- preciso avisar pro Cook - ela disse enquanto digitava 
- esse cara está em tudo que você faz em 
- está, e você nem sabe o quanto - riu

Quando chegamos na casa dela, estacionei o carro e entrei em sua casa. Subimos até seu quarto, enquanto ela pegava os livros olhei em volta, alguns quadros na parede, um mural de fotos, uma cama desarrumada, na realidade estava quase tudo desarrumado. 

- uma bagunça né? - riu 
- como sabia que eu pensei nisso? 
- todos pensam primeiro na bagunça, eu arrumei um dia desses, mas já desarrumei tudo, vamos descer 
- pensava que ficaríamos aqui 
- se meu pai chegar já vai odiar em ver você, imagine se estiver no meu quarto...vem 

Descemos as escadas e fomos até o sofá, ela se sentou e dividiu seus livros comigo, começamos a estudar, e eu nem notei a hora passar. 

- vamos dar uma pausa? - ela disse manhosa - como cansa estudar - disse se aconchegando no sofá 
-sabia que nem notei muito o tempo passar? - a encarei 
- porque no fundo você até que gosta de estudar 
- ou minha companhia é ótima 
- lamento, mas não - fez uma careta 
- LINDSEY! - ouvi um grito 
- PODE ENTRAR!  - ela gritou de volta

Cook entrou e logo ergueu uma sobrancelha ao me ver sentado ao lado da Lindsey, não queria brigar com ele agora, então... 

- vim em missão de paz - eu disse 
- bom mesmo - Cook disse - e aí, como foi na prova, Lindsey? - ele se jogou na poltrona 
- acho que não muito mal e você? 
- colei do Fred, ele é bem inteligente, acho que tirei 10 - riu - cigarro? 
- dentro da minha casa, nunca 
- pelo menos tentei - riu 

Depois de um tempo entrei na conversa, Lindsey disse que iria aproveitar que seu pai mandou uma mensagem avisando que ia chegar apenas amanhã, e foi tomar um banho. Então, ficou apenas eu e Cook. 

- qual é a sua, Malik? - ele finalmente perguntou 
- o que quer dizer com isso? 
- quer ficar com a Lindsey depois cair fora de novo? isso seria sacanagem demais até pra você 
- não, estou com medo dela fazer isso comigo 
- riu - você não conhece ela 
- as vezes eu invejo você 
- um traficante de bebidas de quinta categoria com uma vida de merda feito a minha? inveja o que exatamente? - debochou 
- sua amizade com a Lindsey, você não fodeu tudo como eu fiz e depois conheceu ela, fez ao contrário e olha... ela simplesmente te ama 
- mas eu sei bem que tu não quer ser só o amigo dela, e melhor não querer mesmo, porque eu ocupo esse lugar muito mal, qualquer um pode pegar meu lugar 
- ri - tem razão... até que você não é tão chato 
- até que você não é um completo babaca, parabéns, mas se foder com a vida da Lindsey, eu quebro sua cara 
- até que você não é um merda como melhor amigo, não precisa se preocupar 
- parece que estão se entendendo 

Olhei para as escadas e Lindsey descia as escadas secando os cabelos. 

- seu namoradinho de merda é legal - Cook disse por fim 
- vai se foder - ri 
- meu outro amigo - o corrigiu e se sentou no sofá - então, vamos ficar no tédio mesmo? 
- acho que vou voltar pra casa, tenho uma montanha de louça pra lavar - eu disse me levantando 
- que dona de casa, quanto cobra pra lavar minhas cuecas? - Cook brincou
- um soco na sua cara  
- preciso te levar até a porta? - ela perguntou 
- precisa, seja educada 

Ela fez uma careta e se levantou, foi comigo até o carro. 

- mais alguma coisa para minha humilde visita? - ironizou 
- não, estou bem 
- OU, MALIK - escutei Cook gritar - FINAL DE SEMANA TEM FESTA NA MINHA CASA, APARECE AÍ! 
- OKAY! - gritei de volta 
- então, tchau - ela disse 

Não aguentei a puxei pra perto e lhe roubei um beijo. 

- Zayn! - me empurrou
- tchau, Lindsey 

Entrei no carro antes que eu apanhasse e dirigi até minha casa.


SÁBADO - FESTA DO COOK 

NARRADOR P.O.V. 

Enquanto Lindsey terminava de se ajustar no vestido, Zayn arrumava seus cabelos se olhando no espelho. 
Lindsey foi uma das primeiras a chegar na festa, na realidade essa festa era apenas Cook aproveitando que seu pai havia viajado. 

- CHEGUEI! - ela gritou 
- e aí! - Cook disse 
- nossa que perfume bom - ela comentou 
- obrigado - ele agradeceu convencido - bebida pra esquentar? - riu 

Ela apenas assentiu e ambos foram até a parte das bebidas, e com o tempo as pessoas foram chegando, as luzes a apagadas e a música em um som ensurdecedor, que provavelmente faria muitos vizinhos reclamarem. 
Zayn chegou e seu olhar focou direto na garota dançando no meio da sala, que foi feita de pista de dança, não só ele a olhava, como Fred também, e outros garotos, mas só Zayn tinha a atitude o suficiente, pegou um copo de bebida e se aproximou dela que cantava e dançava, junto com outras garotas, ele puxou a garota pra perto, e quando ela olhou em seus olhos não escondeu o sorriso, mas quando se lembrou do Fred se afastou dele. 
Ela saiu do meio, e principalmente do campo de visão da maioria, pegou mais uma bebida e Zayn se aproximou dela. Ele estava cansado de esperar, estava cansado de enlouquecer por uma garota que parecia não se importar de verdade, mas no fundo, ele sabia que o sentimento é recíproco. 
Lindsey olhou para Zayn se aproximar dela, se sentia culpada pela possibilidade de magoar o Fred. 

- desistiu de dançar? - ele perguntou 
- Zayn, o Fred ta bem ali - ela disse - não quero magoar ninguém 
- até que pra uma garota problema, você se importa muito com os outros 
- me importo com quem gosta de mim, e eu sei que o Fred gosta de mim 
- então vamos sair do campo de visão de todo mundo - se aproximou mais dela 
- você não vale um centavo 
- riu - eu sei, Lind - segurou em seu queixo - mas eu adoro essa sensação - beijou seu rosto - mas como sou muito legal, sobe e depois eu vou 
- Zayn 
- só quero algo que você quer 

O efeito da bebida afetava muito a franqueza da Lindsey, ela queria aquilo sim, mas queria ainda mais esconder, queria gostar e querer qualquer outro, menos o Malik. 
Então tudo mudou, logo viu Zayn ser arrancado dali pelo Fred e um soco no seu rosto, Zayn retribuiu na hora, e apartaram a briga. Puxaram os dois para o jardim, e tentaram acalmá-los.

- Lindsey - Cook disse - volta pra festa, tudo bem? 
- não - ela se aproximou do Fred - por que você fez isso? 
- porque... eu não sei 

Estava visível que Fred estava bêbado. 

- Fred - ela disse baixo - me desculpa 
- acabou, Lindsey! não vou... sofrer por você, está me entendendo? 
- estou, não queria te magoar 
- tarde demais 

Fred jogou a garrafa de bebida no chão, ela ainda iria atrás dele, mas um dos amigos do Fred lhe impediu dizendo que era melhor um deles falar com ele, ela assentiu e se afastou. 
Odiava se sentir culpada, principalmente odiava magoar alguém que gosta dela
Lindsey aproveitou que sua casa ficava do lado, e que seu pai não se encontrava, sentou na porta e abaixou a cabeça, ainda pensando no que fazer. 

- Lindsey 

Ela levantou a cabeça e viu Zayn, com o rosto cortado. 

- foi mal - ela disse - não queria que isso acontecesse 
- tudo bem - ele sentou do seu lado 
- não aguento mais magoar quem gosta de mim, eu odeio isso - ela disse 
- eu notei - a encarou - mas isso acontece, olha pra mim - assim ela fez - estou aqui - sorriu- Fred vai acabar te perdoando 

Ela não esperava escutar algo desse gênero dele, acabou correspondendo seu sorriso, Zayn a puxou pra perto, rodeando seus ombro com um braço e acariciou seus cabelos. 

- obrigada - ela disse 
- riu - você não tá mesmo acostumada com pessoas sendo legais com você, né? 
- o encarou - não... 
- então eu vou mostrar pra você que eu posso ser totalmente ao contrário do que você pensa
- não quero que você fique legal comigo por um tempo e depois um cafajeste 
- eu não sou um cafajeste - riu e acariciou seu rosto - eu sou só um cara com problemas mentais que muda de humor toda hora, sacou? 
- ela riu - até que eu gosto de você assim 
- vem, vou te levar pra cama 
- oi? 
- no sentido sem malícia, Lindsey, seu pai está em casa? 
- não 
- então não tem problema, vem 

Lindsey ficou um tempo pequeno olhando para o Zayn, mas decidiu lhe dar um voto de confiança, eles subiram até seu quarto, Zayn sentou-se na cadeira, e ela tirou os saltos, se aproximou dele com um pano e passou no seu machucado. 

- au - ele disse 
- é água, precisa limpar, pode inflamar 
- mas dói 

Ela riu e terminou de limpar. Depois se jogou na cama, Zayn trancou a porta e deitou-se do seu lado, o mais provável que estava totalmente cansado, porque foi em questão de minutos que ele adormeceu. Lindsey olhou pra ele e sorriu, acariciou seu rosto. 

- será que gostar de você é tão errado assim? - ela sussurrou 

continua... 



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OI OI!! 
MUITO OBRIGADA PELOS COMENTÁRIOS LINDOS. 
Não sejam fantasmas flores participem e deem suas opiniões 'u' 
Vou tentar responder os comentários nesses capítulo <3 espero que estejam gostando, amo vocês - beijos mi 

Unbreakable Connection - Prólogo


*Maya Lawrence P.O.V*

Foram exatamente dois dias, para alguns, dois dias é um curto período de tempo, mas fazia completos dois dias em que meu namorado, havia me traído com uma mulher que ele encontrou em qualquer esquina.

Estou rejeitando todo tipo de comunicação que ele possa ter comigo, exclui seu número, aproveitei para bloqueá-lo também, apaguei todas as nossas conversas, e espero que ele me deixe em paz na faculdade.

São aproximadamente umas dez horas da noite, visto meu pijama e deito-me em minha cama, entro debaixo dos lençóis, fecho meus olhos, minha visão é escura, fazendo com que eu não visse nada, apenas o preto.

Mas é então, que naquele momento, eu me lembro daquele dia, na qual eu havia pegado Kyle se atracando com outra, e o dia na qual um garoto havia me tirado de um possível horrível acidente.

Eu me pergunto por onde ele anda, o que está fazendo, se tem uma namorada que o ama. Se ele vai á faculdade, ou se... Ele já traiu alguém...

*Flashback On*

Aquele lugar parecia tão vazio e frio, exatamente como Kyle é, e eu realmente não sei como acabei por me apaixonar por ele...

“Ele traiu-te, traiu-te... Traiu-te...” – Uma voz soa em minha mente, mas eu simplesmente ignoro-a, pensando realmente o contrário.

“Ele me ama, não faria algo do tipo” – Penso, mas o que eu havia visto há poucos minutos atrás, mudava absolutamente tudo.

O céu denunciava que água logo cairia, e eu tratei de apressar o meu passo, aperto meu casaco longo contra meu corpo, eu sentia frio, eu sentia a falta de Kyle me abraçando por trás, esquentando meu corpo.

Viro a avenida principal com uma rua qualquer na qual eu não me lembrava do nome, por que nesse momento quem ocupava a minha mente era Kyle, e várias outras perguntas que eu não sabia a resposta.

Apenas duvidas e duvidas rondavam a minha mente confusa.

A essa altura meu corpo estava fardo de tantos pensamentos, e que a única coisa que eu conseguia fazer era chorar, chorar como se minha vida dependesse daquilo.

Minha visão é embaçada, exatamente quando você coloca os óculos de outra pessoa, e não consegue ver nada com nada. Eu não deveria ter começado a chorar, por que quando as lágrimas escorrem, eu não tenho a mínima noção do que meu corpo está fazendo, eu apenas penso em quanto mais eu consigo chorar.

“Por que Kyle havia feito isso comigo?” – Pergunto a mim mesma, não tendo nenhuma resposta vaga na mente, alias, eu nunca havia pensado nisso, ou nunca me passou pela mente em que Kyle pudesse fazer algo do tipo comigo... Eu sempre fui uma namorada carinhosa, estava em todos os momentos com aquele cafajeste, quando sua mãe morreu, eu estava lá dando suporte a ele, como se a dor de perder alguém que ele ama, me afetasse também.

Mas o que foi que eu recebo?

Um grande, tapa na cara.

Desço até o final da rua, fungo enquanto enxugava as lágrimas que haviam escorrido durante o percurso que fiz até aqui, espero o sinal estar vermelho para os carros, e foi nesse momento em percebi que haveria escapatória para a chuva.

Para a minha má sorte, eu não trouxe um casaco ou um guarda chuvas, vejo que o sinal se tornou verde para mim, puxo minha bolsa de meu ombro, tento cobrir sem sucesso minha cabeça, mas eu não me importei, recomecei minha caminhada, olho para frente, vendo um garoto vindo em minha direção, ou a direção oposta da minha, um som capta minha atenção, parecia ser um pneu quando se dá uma freada brusca, mas o que realmente foi esquisito, é que nenhum carro havia parado com aquela freada, e o único carro que estava vindo, não tinha nenhuma intenção de parar.

Em choque eu não me movo, era como se um campo eletromagnético me fizesse ficar parada naquele exato lugar, a luz forte dos faróis do carro pareciam me cegar, foi quando eu senti um grande puxão pelo meu braço esquerdo.

Tudo aconteceu tão rápido que eu não parecia perceber, meu corpo desaba sobre o de outro 
alguém, poderia ser de qualquer pessoa, mas era justo aquele garoto que vinha em minha direção.

No momento em que eu vi seus olhos negros, eu tive certeza de que havia visto a escuridão...

Eu realmente me senti assustada, de longe não conseguia enxergar seus olhos escuros com um contorno vermelho, ele me segurava pelos braços e se não fosse exatamente por ele, talvez eu pudesse explodido em milhares de pedacinhos por aquele carro em alta velocidade...

Por um breve momento nenhum disse nada, apenas os sons daquela rua.

- Você deveria olhar por onde anda mocinha. – A voz do garoto invade meus ouvidos, ele havia me chamado de mocinha?

- O carro apareceu do nada. – Rebato levantando-me.

- Que seja – Ele diz. – Você está bem? – O garoto pergunta e eu provavelmente deveria estar branca exatamente a um fantasma.

Forço para abrir minha boca e dizer um “sim”, quando eu realmente queria dizer um “não”.

- Sim. – Respondo a sua pergunta. – Obrigada por... – Ele se vira para mim, interrompendo-me.

- Não se importe em dizer “obrigado”, tome mais cuidado da próxima vez que for atravessar uma rua. – Mordo o lábio inferior enquanto ele dizia aquelas palavras com um leve tom de rispidez.

- Tudo bem... – Digo baixinho, enquanto ele acenou para mim, deu a mim as suas costas e simplesmente foi.

Eu fiz o mesmo, exatamente o mesmo.

*Flashback Off*

Eu não sabia mais o que pensar, aquela pensamento já me deixou confusa demais, viro meu corpo, encarando a janela branca de meu quarto, puxo minha coberta e tento dormir, mais de certa forma, aquele garoto não escapou dos meus pensamentos durante longas e longas horas.

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Oi oi, tudo bem? 

Gente, primeiramente quero agradecer pelos comentários e que bom que estejam gostando... Pelo menos até agora... Hueheheu, bem gente, na sexta-feira ou sábado postarei o capítulo um! Okay? Okay.

*Respondendo a pergunta de uma leitora, o ator que irá interpretar o "Alex Hill" é o Daniel Sharman*

Bejinhos da Mandy

Visitem meu blog *-*