Cabeçalho

Cabeçalho

MINI IMAGINE - Love The Way You Lie

21 de agosto de 2014 | | | 26 comentários:
MINI IMAGINE COM LIAM PAYNE - PARTE 2/5 


Now I know we said things
Did things
That we didn't mean


- pena que vou perder essa oportunidade 
- não é a última, Liam 

Ele sorriu, e eu fechei a porta voltando pra casa. Me deitei no sofá e comecei a assistir alguns filmes, acabei dormindo. 

3 semanas depois


Depois de apenas duas semanas, eu fiquei totalmente próxima do Liam, ele adora conversar comigo, é incrivel como ele nunca se cansa, e fora que ele é bem divertido. 

As aulas tinham acabado eu estava caminhando até o metrô, quando logo senti uma mão em meu ombro, me virei e era Liam. 

- oi - sorri 
- qual é? eu disse que te dava carona, por que insiste em querer ir de metrô 
- é bem rápido, eu não me importo, sério - dei de ombros 
- prefere ir de metrô, do que de carro? fala sério, seu nome - ele riu 
- revirei os olhos - só achei que você iria sair com a Cassy hoje, não queria atrapalhar, porque um novato arrumar novas amizades não é tão fácil por aqui 
- não, eu gosto de conversar com você, etc, você é minha amiga 
- mas... 
- não aceito não, com resposta 

Ele tinha um jeito tão amável que eu não recusava o que ele me pedia, então apenas assenti. Liam passou seu braço em volta dos meus ombros e fomos andando até seu carro, ao chegar entramos no mesmo, Liam começou a dirigir e como de costume começamos a conversar até chegar na porta da minha casa. 

- vai fazer o que agora? 
- hum... ficar em casa no tédio, como de costume - ri 
- quer ir na minha casa - deu de ombros - também estou no tédio 

Aceitei seu convite e fomos até sua casa, já que como nós dois ficamos no tédio, estou vivendo lá. 
Entramos em sua casa, nos sentamos no sofá, e começamos a assistir tv. 

- então, ainda está numa relação com seu pai? - perguntou 
- suspirei - sim, como de costume - sorri de canto - e você, continua sem ver ninguém da sua família 
- continuo - suspirou 
- você não gosta muito de falar de você mesmo, não é? 
- não mesmo - fez um sinal negativo - acho que sou melhor ouvinte 
- isso você é mesmo - sorri - vou na cozinha 

Fui até a cozinha peguei um copo d' água, olhei um pouco para a pia totalmente limpa, na realidade tudo limpo, as vezes ele nem parece que é real, chega ser estranho. 

- curiosa 

Tomei um susto por notar que Liam estava bem atrás de mim. 

Liam Payne P.O.V. 


Eu sabia que ela já estava desconfiando da minha pessoa, porém... tenho que admitir, fora eu estar vigiando ela, eu estou sendo eu mesmo, e ela é... simplesmente ela. 
Não sei o que essa garota está fazendo comigo, mas até mexendo mais o que devia, não estou acostumado com pessoas que são de fato boas, mas ela é, tem um coração bom de verdade 3 semanas e em nenhum momento ela pareceu uma garota interesseira, ou má. As vezes até fico culpado, porque com certeza, no dia que ela descobrir tudo, vai ficar magoada. 

- não te vi - se virou - me deu um susto - riu 
- o que estava procurando? - perguntei 
- na verdade nada, só estava estranhando um garoto que mora sozinho e sem empregados ter uma cozinha certinha assim 
- dei de ombros - não sou tão porco assim
- ah, sei - sorriu 

Ela se sentou no balcão e continuou a falar. 

- você tem que fazer algo de pessoa normal, sei lá, largar as roupas por aí, não ligar com nada 
- por que acha isso? 
- você tem uma casa só pra você, deveria aproveitar 
- eu aproveito do meu jeito - dei de ombros 

Me aproximei dela, ela continuou olhando em meus olhos, mas só entendeu minhas intenções quando eu estava totalmente próximo dela. Quanto mais ela falava, mais eu queria beija-la, já que auto controle nunca foi meu forte, selei nossos lábios e iniciei um beijo, talvez pelo susto ela esperou um pouco para corresponder, mas não demorou nada, coloquei minha mão entre seus cabelos,
 e ela cravou suas unhas em minhas costas. 
A esse ponto eu não tinha ideia do que era controle, quando precisamos de ar paramos o beijo, mas não nos afastamos. 
Na minha mente ecoava um "não posso, não posso, não posso", mas eu queria beija-la, como se de fato precisasse disso. 

- eu... olha... - ela tentava falar alguma coisa 
- me desculpe eu... 
- não se desculpe, quer dizer... a não ser que você não tenha gostado 
- não, eu gostei, claro mas... 
- mas? 
- sorri - não tem mas, só quero beijar você 
- se eu fosse você, não passava vontade 

Ela sorriu, saiu de cima do balcão, e eu voltei a selar nossos lábios, a encostei no balcão, e cada vez me perdia mais no beijo, coloquei minha mão por baixo de sua blusa, paramos o beijo e tirei sua blusa, ela me ajudou a tirar a minha, voltei a beija-la e a empurrei até o sofá, ela ficou por cima de mim, sentou-se em meu colo, eu me sentei e beijei seu pescoço, quando encostei os lábios em seu pescoço pude notá-la perder um pouco as forças notando seu ponto fraco, voltei a beija-la na boca, deslizei minhas mãos até o fecho do seu sutiã, o abri parei o beijo e o tirei, ela foi até minha calça desabotoou, e a tirou, voltou a sentar-se no meu colo e me beijar, apertei sua cintura, ela rebolou em meu colo, o que me fez arfar, ela me olhou com um sorriso no rosto, fiquei por cima dela, que me puxou para beija-la, desabotoei sua calça, e a tirei, voltei beijando sua barriga
 até seus seios, até o pescoço. 

- Liam - ela sussurrou 

A encarei com um sorriso malicioso, puxei minha calça, peguei uma camisinha, tirei minha box e coloquei a camisinha. Tirei rapidamente sua calcinha e a penetrei. Vê-la gritando meu nome provavelmente melhor coisa, a beijei até chegarmos a ápice, me deitei do seu lado, tentei recuperar minha respiração e só de pensar nos problemas que vou ter senti uma leve dor de cabeça, olhei para ela que estava encarando o teto, parecia meio surpresa. 
Depois de alguns minutos, meu celular começou a tocar, coloquei uma cueca, me levantei e o peguei. 
Merda, Jason, se ele sonhar que isso aconteceu me mata. Sai da sala, fui para a cozinha e atendi. 

- sim? 
- sou eu Jason
- algum problema? 
- não, só quero saber se está próximo da garota 
- ah... até que sim 
- ótimo, amanhã, vamos começar com algo, te ligo, fique perto do celular 
- começar com o que? 
- bem, já que está próximo dela, vou pedir talvez para mantê-la na sua casa 
- como assim? 
- Liam, pare de fazer perguntas, está se preocupando com a garota agora? 
- não... não... 
- então, apenas espere minhas coordenadas 
- tudo bem - me dei por vencido 

Ele desligou e eu larguei meu celular no balcão. 
Soltei um alto suspiro, não quero que ela me odeie. 
Fui até a sala, onde ela estava terminando de colocar a roupa íntima, me encarou e sorriu de canto. 

- quer uma camiseta minha? - me aproximei 
- na verdade queria um banho - se levantou 

Quando ela se levantou pude notar o lindo corpo que ela tem, a olhei por completo, mas ao notá-la rir, desviei o olhar. 

- tem um banheiro aqui, vem 

Peguei em sua mão e a puxei até meu quarto, fomos até o banheiro, mal me virei, ela entrou no box e ligou o chuveiro sem ao menos tirar toda a roupa, e ainda por cima me puxou. 

- ai, água gelada 
- riu - está com medo de uma simples água, Liam? - brincou 
- não mesmo 

A puxei pela cintura, não me importei mais com o chuveiro, a beijei, que sorriu e correspondeu ao beijo. 

2 dias depois 

Depois das aulas acabarem, puxei a seu nome no final da aula e a beijei, admito que ela me faz perder o auto controle muito fácil, não sei como reagir com isso. Ela simplesmente me faz rir com qualquer coisa... 
 

Saímos do colégio, e seu pai estava do lado de fora, o meu sorriso, como o dela, se desmanchou. 

- filha? - se aproximou 
- o que foi? - ela perguntou 
- hum... posso falar sozinho com você? - perguntou 
- ah, tudo bem eu saio 
- pai, pode falar na frente dele
- sua mãe... 
- o que você fez com ela?! - perguntou 
- nada... ela só... estava meio mal, já voltou pra casa 
- suspirou - por que veio aqui então? 
- só pra saber se você estava bem, filha 
- estou bem, vou pra casa ver minha mãe 

Ele beijou seu rosto, e me olhou novamente, desviei o olhar, e levei ela até meu carro. 

- por que vocês sempre se encaram assim? 
- assim como? - perguntei 
- não sei, só sei que é estranho 
- não é nada - ri - deve ser essa coisa de pai 
- deu de ombros - eu espero 

Fomos até sua casa, onde sua mãe estava descansando, meu celular tocou, e pra minha péssima sorte... era Jason. Sai da sua casa e atendi. 

- fala, Jason 
- vamos começar com o plano? 
- se você me contar o plano - ironizei 
- simples, mantenha a garota presa no porão da sua casa, Jean vai enlouquecer, e vai confessar tudo 
- e como eu explico pra ela 
- não explique, só faça isso que eu disse, se vire 

Ele desligou e eu tenho que fazer. 
É meu trabalho, meu maldito trabalho, ela vai ficar tão magoada... ai que droga! 
Seu nome saiu de casa e veio até mim, se aproximou e eu a abracei. 

- sua mãe está bem? 
- acho que ela está doente - me encarou - espero que não seja nada 
- não é nada - beijei sua testa - não se preocupe 
- sorriu - obrigada, vamos pra sua casa? quero deixar minha mãe descansando, vou encher ela de perguntas até ficar cansada, melhor não - riu 
- sorri falso - okay 

Sei que se deixa-la entrar na minha casa, não poderia mais deixa-la sair, mas agora não tem volta. 

Fomos até minha casa, fechei a porta e tranquei, guardei a chave em meu bolso, e fui até ela que estava sentada no sofá. 

- Liam, tudo bem? 
- hum... por que a pergunta? 
- parece não estar bem 

Tenho que fazer isso, por mais de não querer... 

- eu preciso te contar um coisa 
- o quê? - se levantou 
- suspirei - é algo sério 
- Liam... fala logo 
- vou direto ao ponto tá legal? 
- hum, tudo bem, eu acho 
- sou um agente secreto, estou aqui pra te vigiar, porque estou trabalhando pra prender seu pai, na realidade eu tenho 21 anos, não sou um estudante... só estou lá pra te vigiar 
- quê? Liam... não pode ser 
- mas é... e, eu tenho que te manter presa aqui, pra conseguirem pegar meu pai 

Ela foi até a porta e não conseguiu abri-la, se virou pra mim. 

- seu nome... 
- seu mentiroso! - bateu em meu peito - não acredito que fez isso! seu mentiroso! 

Segurei seus braços e ela me encarou. 

- eu pensava que você era a primeira pessoa... real que eu podia confiar 
- seu nome, não é assim 
- claro que é assim! eu pensava que meu pai era mentiroso, mas uau, descobri alguém pior que ele, seu idiota - se soltou 

Não queria isso, mas de um jeito ou de outro iria magoa-la, então que seja agora, logo... 

- você me usou 
- e daí? sabe quem seu pai é? um assassino, ladrão e tudo de pior que você pode pensar, estou tentando fazer meu trabalho 
- pelo que? por dinheiro certo? meu pai também deve fazer tudo isso por dinheiro - passou a mão no rosto
- está me comparando com ele, sério isso? 
- Liam... eu estava preparada pra dizer eu te amo, mas agora só quero dizer, eu te odeio

continua...


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OI OI! 
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DO CAPITULO! não sei se está bom, mas ta ai haha 
ADIVINHEM? HOJE É MEU ANIVERSÁRIO! CADE MEUS PRESENTE? haha zoera, vcs curtirem o capitulo pra mim ta legal ja, é isso pessoal, beijos - mi 

Gardênia - Cap - 18

20 de agosto de 2014 | | | 8 comentários:
Start


Anteriormente: 

- Nunca me deixa ta bom? Nunca me abandone.
- Ta bom. -sorri-

         Harry me abraçou com força e acho que esse é um dos melhores dias da minha vida. Na verdade ultimamente todos os meus dias tem sido ótimos, porque Harry está em todos eles.

Harry P.O.Vs

        Cheguei em casa naquela madrugada radiante de felicidade. Na verdade acho que felicidade seria pouco pra descrever o que eu estava sentindo. Tomei um banho de água morna e logo depois desci, eu sei que não conseguiria dormir depois do que aconteceu. Cheguei na sala e sentei-me no sofá, começando assim imediatamente a pensar.
       

                Na mesma hora em que sentei senti meu coração acelerar. Eu havia me esquecido de dizer a (seu Nome) sobre Nana. Aliás, o meu dia foi todo confuso e inacreditável, acho que estou dentro de um sonho muito louco e a qualquer hora vou acordar. Primeiro eu sigo a "mãe" da garota que eu amo e descubro que ela está traficando drogas, depois eu e (seu Nome) discutimos e logo depois já estamos juntos, diz pra mim se isso não é para confundir meus neurônios? Amanhã no primeiro momento em que eu a encontrar vou contar tudo o que vi de Nana. Ouvi algo caindo, o som vinha da cozinha. Quem raios está acordado a uma hora dessas? Digo, além de mim?

             Levantei-me e comecei a caminhar em direção à cozinha mas então parei abruptamente. E, se for um ladrão? É melhor que eu esteja preparado não é? Peguei o abajur da sala e tirei da tomada, caminhei com ele na mão em direção à cozinha e me preparei para o ataque. Quando pulei pra dentro da cozinha Niall me atacou com uma frigideira na mão.

- Ai cara, o que você ta fazendo? -falei empurrando ele-
- Ah é você. -ele suspirou aliviado- Pensei que fosse um ladrão, quando eu ouvi passos.
- Você pensou? Eu pensei que Você fosse um ladão.
- Eu não cara, eu sou o Niall deer.
- Agora eu já sei né! Esquece, eu vou dormir.
- Ta bom, eu vou ficar por aqui mesmo.
- Ta bom... -falei desconfiado, mas logo percebi com quem eu falava-

(Seu Nome) P.O.Vs

        Passei o resto da madrugada em claro. Eu não consegui pregar os olhos um segundo sequer pensando nos lábios macios de Harry colados ao meu. Levei a mão a boca lembrando-me da sensação. Seu perfume ainda estava na minha blusa, seu cheiro pra mim é inebriante. Eu ouvi quando Nana chegou e foi dormir. Quando os primeiros pássaros começaram a levantar cânticos, foi então que consegui pegar no sono[...]

             Despertei-me num susto quando ouvi Nana gritar meu nome e me sacudir na cama. Abri os olhos mas tudo o que via era a escuridão como sempre.

- O que está acontecendo? -perguntei atordoada-
- Já passam das 10 da manhã e você não acordou, pensei que tivesse entrado em coma.
- Ai credo! -falei horrorizada-
- Vamos levante!
- Porque a pressa?
- Jason ligou.
- Ele ligou? -perguntei confusa-
- Sim, ele disse que te levaria para fazer alguns exames. Falou que você sabia.

              Eu sei? Meu Deus, devem ser exames para cirurgia. Será? E de repente senti um frio na barriga e uma pontinha de ansiedade. E medo também.

- Oh sim! É claro que eu sei! -falei- Eu só... Havia me esquecido, mas agora já me recordo.
- Então vamos ande, levante!
- Calma, já estou levantando.

               Nana saiu do quarto para que eu pudesse me arrumar sozinha. O banho foi revigorante mas nem por um segundo sequer eu consegui parar de pensar na noite passado, parece super bonder. Quando deu 1 hora da tarde -sei disso porque Nana me falou- Jason bateu na porta de casa, eu saí junto de Nana e ele perguntou se referindo à mim:

- Podemos ir?
- Ham, podemos. -falei-
- Pode ficar tranquila dona Nana, vou cuidar bem dela.
- Ah eu não estou preocupada. Se divirtam!

             Se divertir? Eu estou indo para um hospital e ela diz pra eu me divertir? Seguro no braço de Jason e ele me ajuda a entrar no carro, porque estou tão nervosa? Harry gostaria disso? Quer dizer, eu tenho que me preocupar se Harry vai ou não gostar disso? Meu Deus, minha cabeça está à mil!

Nana P.O.Vs

              É ótimo que (seu Nome) saia um pouco com esse rapaz, se isso der certo não terei mais de aturar as chantagens daquele homem terrível contra mim. Se alguém descobrir meus segredos isso seria meu fim, eu passaria o resto dos meus dias presa numa cadeia, e eu não vou acabar assim! E ai de quem ousar entrar no meu caminho e destruir tudo o que eu quero. Entrei para dentro de casa assim que (Seu Nome) saiu, fechei a porta atrás de mim mas logo fui obrigada a abri-lá quando Harry chegou:

- O que você quer aqui?
- Quero falar com a (Seu Nome), ela está? -curto e grosso, assim que eu gosto-
- Não ela não está, e muito menos pra você.
- O que você quer dizer?
- Você não é uma boa companhia pra minha filha! -falei rude-
- Ah é mesmo? E você é?
- É claro que eu sou! Sou a mãe dela!
- Não, você não é a mãe dela, você só a criou.
- Já ouviu dizer que mãe é quem cria?
- Isso vale pra mães de verdade, o seu interesse em (seu Nome) é outro e eu vou descobrir o que é! -apontou o dedo na minha cara-
- O que você acha que está insinuando? -elevei o meu tom de voz-
- Eu não acho, só falo do que tenho certeza.
- Isso é um absurdo, seu garoto mal educado! (Seu Nome) nunca mais vai falar com você depois que eu contar da sua falta de respeito comigo.
- Sério Nana? E você que ela vai falar com você depois que souber que está traficando drogas?

             Neste momento senti minhas bochechas queimarem. Do que este moleque imprestável está falando? O que ele sabe? Que droga!

- Eu não sei do que está falando! -falei tentando controlar minha respiração-
- Não sabe Nana? Não sabe mesmo? (Harry dando uma de Chad Dylan Cooper rsrs)
- Não eu não sei! E acho melhor você sair da minha casa agora e não voltar mais!
- Como você quiser. -ergueu as mãos em rendimento e saiu-

               Que garoto desgraçado! Fechei a porta atrás de mim e comecei a respirar fundo com as costas escoradas na mesma. Vou ter que dar um jeito nele antes que estrague tudo!

Jason P.O.Vs

           Eu estava encantado em como (seu Nome) parecia estar feliz hoje, será porque está comigo? Se for eu ficaria muito feliz.

- Porque está assim? -perguntei-
- Assim como? -ela perguntou-
- Feliz... demais. Parece radiante.
- É porque estou! -deu um sorriso largo-
- E posso saber porque?
- Bem... -pensou- Você é meu amigo, não é?
- É claro que eu sou. -respondi-
- Ta bom. Ontem a noite aconteceu algo... Incrível!
- O que aconteceu? -de repente minha curiosidade aumentou-
- O Harry me pediu pra namorar com ele! -ela soltou as palavras como se fossem doces-
- Oh. -acho que não consegui esconder minha decepção e deixei transparecer-
- O que... O que foi? -ela perguntou, agora sem sorrir-
- Ah nada, eu só acabei de ver dois caras brigando ali naquela rua, não ouvi direito o que você falou.
- Ah sim, eu disse que Harry me pediu em namoro. -e novamente o sorriso, ela parece amar ele-
- E... Você aceitou?
- Aceitei. -falou radiante- Isso é loucura?
- Loucura? Não claro que não. Se você gosta dele... É sensato que fiquem juntos.

          Eu falei mesmo isso? Tudo bem que eu não estou apaixonado por ela, mas senti uma forte atração quando a vi, mas agora já sei de quem ela gosta. Foi melhor isso ter acontecido assim tão rápido, porque posso controlar meus sentimentos e evitar sentir algo mais forte do que uma simples atração. Seria terrível perder alguém que se gosta de verdade.

- Sério? -ela me perguntou- Eu gosto Jason, eu amo muito ele. Pra dizer a verdade, é mais do que já senti por qualquer pessoa.
- Parece que você está amando. -falei feliz por ela-
- É eu acho que sim. -sorriu de novo, aquele tipo de sorriso apaixonado-

            Estacionei o carro em frente ao hospital e falei:

- Bem, chegamos.
- Nós não estamos no posto da vila, não é? Parece ter demorado muito mais pra chegar.
- Você acertou, estamos num hospital muito maior. O posto da vila não tem o que eu preciso para os exames.
- Ham, entendi.
- Espera aí que já te ajudo. -falei-

           Desci do carro e dei a volta abrindo a porta do passageiro. Segurei (seu Nome) pelo braço e a ajudei no caminho até a sala de exames.

- Tudo bem, agora você vai deitar aqui e abrir bem os olhos.
- Ta bom.
- Segura esse lenço pro caso de seus olhos começarem a lacrimejar.

           Nossas mãos se tocaram por um breve momento e vi que as dela estavam gélidas.

- Não precisa ficar com medo, é um exame rápido e você não vai sentir nada. -falei tentando deixá-la mais calma-
- Ta bom. -assentiu-

          Esse "ta bom" não me convenceu muito, mas seus ombros pareceram relaxar um pouco.

- Bom, vamos começar então! -falei-

Pequeno mas foi o que deu meninas, me desculpem eu ando muito ocupada ultimamente, eu postaria só amanhã mas uma certa pessoinha chamada Jull não me deu descanso enquanto eu não falei que postaria hoje kk então é isso. Amanhã vou começar uma longfic interativa e só depois dessa eu posto a de terror que falei. Amo vocês... ♥ -Deh

MINI IMAGINE - Love The Way You Lie

18 de agosto de 2014 | | | 17 comentários:
MINI IMAGINE COM LIAM PAYNE PARTE 1/5


Just gonna stand there and watch me burn
Well that's alright because I like the way it hurts
Just gonna stand there and hear me cry
Well that's alright because I love the way you lie
I love the way you lie

SEU NOME P.O.V.

Meu nome é seu nome Marshall, tenho 17 anos, se querem minha história por completo, vamos lá.
Eu nasci na França, na capital mesmo, meu pai é Francês Jean Marshall, minha mãe, Sophie é brasileira, segundo ela, se apaixonaram quando ela viajou para França a primeira vez, e depois desenvolveu a história etc... depois de tempo, ela morou lá, se casaram e por um acaso, eu fui fruto disso.
Porém os anos foram se passando, e viemos morar em Londres, Inglaterra, quando eu tinha 11 anos, acabei me acostumando, e dificilmente viajo pra França, acho que já faz mais de um ano que não vou pra lá, ou para o Brasil, ver os parentes da minha mãe, isso já faz mais de um ano e meio.
Então, eu automaticamente me torno uma nerd, porque falo três linguas, português, francês e inglês, até que me viro bem.
Meus pais se separaram ano passado, então, fui morar com a minha mãe, meu pai ainda mora na Inglaterra, nunca me dei muito bem de fato com ele, depois da separação isso piorou bastante, só o vejo quando ele vem me ver, ou, dia dos pais. O mistério da minha vida, é no que ele trabalha, no começo ele quis me fazer acreditar que era Engenharia, mas... ele não sabe muito sobre isso, e as vezes acho que foi por causa desse trabalho que meus pais se separaram.

Hoje volta as aulas, paciência... já quero minhas férias de volta, mas de volta a rotina, estudar e estudar.

LIAM P.O.V.

Sou Liam Payne, 21 anos, meu trabalho? trabalho para a FBI, no popular, agente secreto, qualquer coisa que me pedem, eu faço.
Eu terminei meu trabalho na Itália, achava que teria folga, porém não... me mandaram para Londres, Inglaterra, até gostei porque eu moro aqui, o único ruim que estou a trabalho, e por mais de novo, acho que depois desse me aposento. Por quê? Adoro o que eu faço, porém quero continuar vivo até os 30 e com essa profissão isso esta ficando cada vez mais difícil
Mas tenho que pensar nisso depois, meu foco agora é meu novo trabalho.
Tenho que conseguir algo para incriminar, Jean Marshall, acusam ele de assassinatos, mandato de roubo de bancos, e etc... mas nada incrimina o cara, então eu tenho que arrumar isso.
Nada melhor de chegar em um homem do que... pela sua filha
Filha dele é seu nome Marshall, ela estuda em um colégio bem chique, não deve ser nada dificil chegar nela. Talvez seja, mas nada é impossível para Liam Payne.
Entrei na sua escola, e pra lá, sou Liam Payne, filho de um empresário e eu tenho apenas 17 anos.

Hoje é meu primeiro dia... peguei os materiais, meu carro e fui direto para o colégio, pra minha sorte já me colocaram na mesma sala que ela, isso me facilita bastante.
Cheguei um pouco atrasado, coloquei algumas coisas no armário, e caminhei pelo corredor já vazio até minha sala, bati na porta e entrei.

- me desculpe o atraso
- tudo bem... aluno novo certo?
- certo, Liam Payne
- okay, bem vindo, pode se sentar

Olhei para a sala, e a avistei, não mantive o contato visual para que ela não estranhasse, mas me aproveitei que a cadeira atrás dela estava vaga, e me sentei ali.
A aula era de literatura.

- bem pessoal - começou a professora - vamos dar continuidade ao que eu pedi antes das férias, certo? vejo que trouxeram a resenhado livro.. bem, Liam, você pode ler um livro e fazer a resenha pra mim?
- qual livro?
- o cortiço
- bem... já li, posso fazer a resenha
- ah, ótimo, facilita muito
- pode me emprestar um livro só pra mim relembrar?
- hum... seu nome, empresta seu livro pra ele?

Por dentro, agradeci a professora ter pedido para justamente ela me emprestar.
Seu nome se virou pra mim, e me entregou o livro.

- cuidado em, gosto desse livro - riu baixo
- sorri - vou cuidar do seu livro
- riu - sou seu nome Marshall, prazer
- Liam Payne - pisquei
- depois conversamos - se virou

Estou estranhando essa simpatia, como a filha de um cara como Jean Marshall pode ser assim? estranho... bem estranho. Desviei minha atenção na aula, já que era o melhor que eu poderia fazer.

{...}

Já era o intervalo, fui comprar uma coca-cola, depois de comprar, fui andando mas não conhecia ninguém, várias pessoas me olhavam porém nenhuma falava comigo, me lembrava talvez um pouco minha época real no colégio.

- hey, Liam

Me virei, e era seu nome, ela mantinha um sorriso, que tenho que admitir ser lindo no rosto. Acabei correspondendo ao sorriso, tenho que ser simpático com ela.

- Oi seu nome
- vai ficar aí sozinho? bem, quer que eu te mostre o colégio?
- ah seria uma boa
- vamos - me puxou

Ela me levou até as quadras de basquete, onde alguns garotos jogavam.

- essa aqui é a quadra de basquete? você joga?
- sim - assenti - na verdade gosto muito
- eu prefiro futebol, vem, precisa ver o campo de futebol, vem

Ela me puxou até o campo que era bem bonito, era até divertido a sua animação.

- esse é o campo - mostrou
- você é sempre animada assim?
- me encarou - talvez, é que... não gosto de deixar ninguém excluido, e do jeito que o pessoal daqui é, não vão falar com você enquanto não virem qual é seu carro, e se você não tiver, esquece - revirou os olhos
- ah... e você tem muitos amigos?
- só James, Clare e Pablo... eles são bem divertidos.. é que na sala sou a única bolsista
- você é bolsista?
- assentiu - sou - riu - algum problema?
- não mesmo, só não parecia
- e você? -se sentou na grama - é de onde?
- bem... eu sou daqui mesmo - me sentei ao seu lado - meu pai é um empresário - dei de ombros - não gosto muito de falar de mim mesmo
- riu - você parece legal, afinal aqui adoram falar de si mesmos, porque veio pra cá?
- meu pai quer me colocar no melhor colégio, então... aqui estou
- aqui é muito bom mesmo, eu dei sorte de conseguir a bolsa
- como conseguiu?
- quer escutar mesmo?
- por que não? - ri
- hum... eles estavam procurando alguém que chamasse a atenção do diretor, eu fui uma delas... por mais que eu tenha tirado 8 e meio na prova, mas eu falo 3 linguas, e minha entrevista foi muito boa, então consegui, e agora estou aqui, faz 3 anos
- 3 linguas?
- sim, francês, inglês e português
- uau, estou me sentindo burro ao seu lado
- riu - se sinta a vontade ao meu lado - o sinal tocou - é o melhor que você faz - se levantou - vamos - limpou a calça
- okay - terminei a coca

Fomos caminhando até a sala, voltei a me sentar, e prestei atenção na aula, ainda estou estranhando essa simpatia, preciso logo me aprofundar em uma amizade com ela e descobrir mais coisas, se ela já não me descobriu.

{...}

No final da aula, fui até meu armário, deixei meu material, e depois avistei a seu nome rindo com um garoto, depois que ele saiu, me aproximei dela.

- e aí, Liam? - ela cumprimentou
- oi... bem, você tem carro?
- não - fez um sinal negativo com a cabeça - por quê?
- quer uma carona?
- não sei se devo aceitar...
- ri - não se preocupa, só estou querendo retribuir que você foi legal comigo - pisquei
- hum, okay, vou confiar em você, vamos

Caminhamos até o estacionamento, notei algumas pessoas me encararem, estranhei um pouco, ao chegar no carro abri a porta, antes que eu entrasse, senti uma mão em meu ombro, me virei.

- ah oi... - sorriu - sou Cassy, notei que você é aluno novo daqui
- sim
- bem, você não quer sair talvez, não sei um dia desses
- por que não veio falar comigo antes? - perguntei
- deu de ombros - hum... eu... não te vi direito
- suspirei - é quem sabe Cassy - sorri falso - prazer em conhecer
- todo meu - sorriu

Entrei no carro, seu nome fez o mesmo e logo deu partida.

- você tinha razão - eu disse
- pois é 
- então, onde você mora
- no centro xxxx xxxx
- é um lugar bom, você não é bolsista?
- hum... podemos dizer que meu pai tem uma boa condição, mas não quero.. sei lá, depender dele, não me dou muito bem com ele
- não?
- não... meus pais se separaram ano passado, só o vejo quando tenho mesmo
- entendi, por que não gosta dele? já fez algo pra você?
- não, talvez pra minha mãe, mas não sei, só não.. gosto muito, não é odiar, só não gostar muito... bem vamos falar de você, Liam, mora com seus pais?
- não
- não? - estranhou
- não, sou emancipado, moro sozinho, por um acaso, não muito longe de você, na mesma rua
- sério? não tinha te visto antes
- eu já sai daqui, agora estou de volta, faz bem pouco tempo, e eu não saio tanto assim
- entendi, também não saio tanto 

Fomos conversando até chegar na porta da sua casa, tenho que admitir que ela é bem divertida e animada, eu gosto disso nas pessoas, por mais que meu trabalho eu tenho que evitar gostar das pessoas. 

- bem, você está entregue, e viva... acho que agora pode confiar em mim não é? 
- riu e me encarou - minha confiança não é tão fácil assim, porém, se continuar assim, vai conseguir logo - piscou 
- sorri - então vou continuar nesse caminho 
- bem, já que você é caseiro, qualquer hora passo na sua casa pra te encher a paciência - abriu a porta 
- pode ir, sem problemas 
- tchau, Liam - saiu do carro 
- tchau, seu nome. 

Ela entrou em sua casa, e eu dirigi até a minha que não era nada longe da sua, poderia ir a pé numa boa. Deixei o carro na garagem, e quando entrei em casa meu celular tocou. 

- alô?  
- Liam, sou eu Jason 

Jason é meu "chefe",  sempre me liga pra saber como as coisas estão indo. 

- então, como está indo? - ele perguntou 
- muito bem, a garota é bem simpática, mas tem um porém 
- qual? 
- ela não gosta muito do pai dela 
- ah, mas o pai gosta muito dela, então prossiga com o plano, porém acho que vamos ter que chegar a um extremo dessa vez 
- o que quer dizer com isso? - perguntei 
- quando precisar eu te conto, boa sorte, Payne - desligou 

Odeio esse mistério constante que ele faz, o pior de tudo é que eu de fato tenho que estudar pra não levantar suspeitas, então decidi fazer a maldita resenha. 

SEU NOME P.O.V.

Eu cheguei em casa, nenhum sinal da minha mãe, deveria estar trabalhando. Fui até meu quarto, larguei minha bolsa no chão e me direcionei ao banheiro. Tomei um bom banho e depois coloquei uma roupa simples de ficar em casa. 
O garoto novo parecia bem divertido, Liam... parece meio diferente dos outros, fora que parece gostar de conversar, e eu adoro falar, então... acabamos nos dando bem eu acho, talvez depois eu vá na sua casa.
Ouvi alguns barulhos vindo da sala, estranhei porque normalmente minha mãe grita "cheguei!" quando chega, desci as escadas e era meu pai, soltei um suspiro alto, mas ele veio até mim me abraçando, lhe dei um abraço mais ou menos, porém logo me desprendi. 

- filha, quanto tempo - sorriu 
- pois é pai - dei de ombros 
- está tudo bem? 
- assenti- está sim, e com o senhor? 
- muito bem, cadê sua mãe? 
- acho que trabalhando 
- ah, entendi, por que não vai me ver filha? 
- pai... você se separou da minha mãe, e fez outras coisas que não quero nem comentar, não é fácil levar tudo numa boa 
- suspirou - tudo bem... só quero que saiba que sinto sua falta - beijou minha testa 
- okay pai... também, feliz? 
- riu baixo - esse seu jeitinho, igual da sua mãe 
- tem certeza? - brinquei 
- talvez a ironia de mim - riu - tenho que ir, estou atrasado, só passei aqui pra te ver 
- tudo bem 

O levei até a porta, ao abrir a porta, notei Liam caminhando ao me ver, sorriu, mas logo seu olhar se desviou para o meu pai, e meu pai, também não deixou de encará-lo, admito que o clima foi bem estranho. 

- conhece ele? - meu pai perguntou 
- sim, meu amigo 
- ah... vou indo, tchau, seu nome 

Meu pai deu uma última encarada no Liam, e entrou no carro logo dando partida. Liam veio até mim. 

- talvez seu pai não tenha gostado muito de mim - comentou 
- ri - é o jeito dele mesmo - dei de ombros - quer entrar?  
- eu iria, mas tenho  que... ajudar minha tia, mora não muito longe 
- ah, entendi 
- pena que vou perder essa oportunidade 
- não é a última, Liam 

Ele sorriu, e eu fechei a porta voltando pra casa. Me deitei no sofá e comecei a assistir alguns filmes, acabei dormindo. 

continua...


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OI OI !
GOSTARAM? espero que sim em! é isso pessoal! 
EEEE CARA VCS VIRAM O ICE CHALLENGE DO NIALL? PQP PQP!!!! MORRI AQUI ME LEVEM TO MORTA SASENHORA agora quero esperar a bichinha tomlinson fazer, se ele fizer é glória haha .. beijo - mi

♠ Rocket Love- Capítulo 3: Ideia Brilhante ♠

15 de agosto de 2014 | | | 19 comentários:
~Narradora ON~

Eu sei que o lance é postar todo sábado mas hoje é meu aniversário e estou postando :3 



Na manhã seguinte, cada turma recebeu um detetive, eles disseram que a área já tinha sido examida, a quadra esportiva já estava liberada. Disseram que iriam se empenhar para saber o que acontecera naquele noite e que qualquer informação seria de utilidade para a solução do caso. Qualquer aluno que soubesse de algo tinha o dever de procurar alguma autoridade e informar.

Ao ouvir isso Liam pensou se poderia dizer sobre aquele conversa que ouviu ou sobre o jeito nervoso de Chadwick naquele noite, mas decidiu que ainda não era o momento. Se livrar apenas de um não resolveria seu problema, não acabaria com o clã. O ideal era ter provas contra todos. Aquilo pode ser bem perigoso, nunca ninguém teve coragem para denunciar, por medo. Só que apesar de seu pavor, Payne queria dar um fim definitivo àquele sofrimento que passava diariamente.

Oi Liam... - Kathy falou tirando ele de seus pensamentos

Olá, como você está? - ele respondeu e ela sentou-se ao seu lado em um dos bancos do pátio.

Ah eu estou assustada né? Nunca tinha presenciado algo assim, um assassinato tão perto. - falou e abraçou seus braços em seu corpo

Isso precisa acabar, não pode acabar impune, a pessoa vai pagar – falou olhando para o horizonte determinado

Você fala como se... você sabe quem matou o Josh? - questionou baixinho e Liam apenas assentiu receoso mas sentia que podia confiar na garota – Quem?

Um deles... - Payne levou seus olhos até o clã que estava sentado perto da fonte do outro lado do pátio, ela os  disfarçadamente – O Drew... mas não quero que corra riscos então não comente com ninguém.

Okay mas Liam, prometa que tomará cuidado, não se envolva nisso, eles não tem limites... - a menina falou com medo na voz.

Eu sei mas isso precisa acabar algum dia. - ela assentiu e em um impulso o abraçou.

Pode contar comigo. - ela disse e Liam sorriu com aquele gesto, seu coração quase saltou pela boca. A garota que ele gostava ali tão perto, seu cheiro invadindo suas narinas, sua pele o tocando.

Eu gosto de você. - ele disse em um momento de coragem súbita, em um tom que demonstrava certamente o jeito de gostar.

Ela o olhou com uma mistura de surpresa e de certa forma agradecimento, olhou para baixo, onde estavam as mãos dele e colocou as dela em cima das dele, unindo-as. Liam não pode controlar seu sorriso, mas ainda se sentia nervoso por ter dito aquilo em voz alta, daquela forma desajeitada.



As suas mãos se entrelaçaram espontaneamente e ambos deram um risinho tímidos sem se encararem por completo. Payne tremeu quando sentiu que ela se aproximava e se apoiava em seu ombro. Os alunos que passavam viam aquela cena com estranheza mas alguns poucos conseguiam sentir a beleza daquela cena delicada e romântica, o ínicio de algo, sem dúvidas. Ficaram assim por vários minutos, as mãos já suadas com o contato incessante, um dos sinais do dia soou interrompendo aquele momento. Com um abraço, eles se despediram e seguiram por caminhos opostos.

Liam foi para sua sala, o professor de geografia falava sobre Península Ibérica mas pela primeiras vez Payne não conseguia se concentrar totalmente, não parava de pensar naquele rosto angelical, naquela mão macia e delicada tocando a sua. Sentiu-se feliz como nunca em todos os dias, semanas e meses que vivia naquele lugar. Por um momento, o lugar de seus pesadelos lhe rendeu um espaço de luz, em que ele pode finalmente respirar e sorrir verdadeiramente.

Perto dali em outra sala, era a vez de outra pessoa viajar em seus próprios pensamentos. Malu enterrou sua cabeça na mesa tentando controlar todos os impulsos que pertubavam sua mente. Aquela vontade louca de beijar os lábios de Harry, quando por um momento ele expôs seu lábio inferior sujo do creme branco da sobremesa no almoço. Ou quando ela encarou o olhar de gato de Louis enquanto ele contava alguma piada sobre o vestiário masculino e quis que ele a possuisse ali mesmo para todos verem.

Isso não pode ser normal – ela pensa. O pior é que não podia desabar com ninguém já que seus melhores amigos eram os últimos ao quais ela pediria conselhos a respeito disso. Tinha a Katherinne mas ela iria achar loucura, era tão inocente e correta. O jeito era quase enlouquecer sozinha.

Senhorita Black? - Ouviu uma voz ao fundo de sua consciência mas nem ligou – Senhorita Black, me responda!!! - a voz aumentou seu volume e Malu quase caiu de susto

A professora baixinha de matemática estava quase na sua frente, a encarava assim como todos os outros alunos da sala. Seu rosto corou e ela não tinha a menor ideia de como sair daquela situação embaraçosa, quando alguém a salvou.

Hey Professora, mas quem criou esse nome ´´pi´´ e por que é ´´pi´´? Por que não é ´´K´´ ou ´´Mi´´? - Louis Tomlinson pergunta como se fosse a pergunta mais genial do mundo, a professora cerra os olhos para ele, responde grosseiramente e muda o rumo, deixando Malu livre para enterrar sua cabeça na carteira.

No final da aula, Malu arrumou suas coisas rapidamente e saiu, a professora de matemática deu-lhe uma chamada ´´ Pare de viajar nas minhas aulas ou vai ficar de recuperação!´´. A garota apenas disse um ´´okay´´ mudo e saiu, sendo seguida por Louis.

May, ainda está preocupada com o lance do assassinato? Já disse que estou com você! - ele passou a mão em seus ombros, juntando seus corpos e andando colado nela. Mal sabia que todo seu apoio só complicava mais as coisas.

Não Lou, eu só estou cansada. Essa escola me deixa exausta. - disse e ao mesmo tempo chegaram nos seus armários. Encontrando Harry que os esperava lá.

Por que está tão pálida Malu? - Harry perguntou e sem perder tempo foi chegando a temperatura da garota, na testa, pescoço, chegou seus pulsos...

Para com isso palhaço. Eu estou bem – ela disse se soltando de seus cuidados atrapalhados.

Okay, eu só queria ajudar mas você só fica aí com o Louis, só liga para ele. - falou Styles com uma voz de falso magoado.

Não Haroldinho, você sabe que eu te amo não é? - Então ela abriu os braços e o abraçou, colando seus corpos, afundou seu nariz nos cachos bem cuidados do garoto que inspirou seu cheiro.

Já que vocês estão aí nesse clima de amor, deixa eu ir lá resolver meus casos... - Tomlinson disse e piscou de modo safado fazendo o estômago de Malu revirar por dentro.

O modo como ele demonstrava ser tão independente a assustava, como se ele conseguisse viver sem ela. O que do contrário, ela sabia que seria impossível. Até a ideia de perdê-lo doía de forma cruel. Talvez Harry fosse mais do tipo que curte demonstrar o afeto publicamente só que por mais que este o fizesse, nada fazia Malu tirar da cabeça que ela os amava mais, que dependia mais deles. E que se um dia ela partisse por algum motivo, eles conseguiriam seguir em frente.

O que tanto você pensa hein mocinha? - Harry falou quebrando o silêncio. Já era quase noite no Internato, o céu já fazia um balé de cores do sol que iam se misturando com a escuridão da noite.

Sei lá Hazza, é só que você e o Louis são tão descolados, não sei como andam comigo. - falou e viu Styles parar e cruzar os braços em sua frente com uma cara de insatisfação.

Você só pode estar de brincadeira não é? Você é tipo a garota mais legal daqui e do mundo. É inteligente, engraçada, tem conteúdo... quando eu estou com você, posso ser eu mesmo. Você foi a única garota que eu contei meus maiores segredos, meus problemas... você disse exatamente a coisa perfeita. É essa a palavra, perfeita. Isso pode te descrever... - A garota estava parada com uma cara de boba, olhando para Styles que sorria, ele pegou em sua mão. - Sabe, essas garotas que eu fico nem se comparam a você, nenhuma se comparava a você.



Nesse momento um dia de pensamentos sufocantes pesam na consciência de May, ela sente que este é o momento. Não pode ser outro, talvez nunca exista outro. Olhou para Hary que ainda sorria. Deu dois passos desordenados para frente, quase esbarrando o corpo com o de Harry, ela segurou  nos ombros do garoto que arregalou os olhos quando ela fechou os olhos e se inclinou em direção ao seu rosto.

O que...? - ele disse sem entender, se sentiu nervoso. - Você quer me... - ele não conseguia nem falar direito

Assim que os olhos dela se abriram, sabia que aquela foi a coisa mais estúpida que já fizera em toda a sua vida. Não poderia ser pior, agora ela estava ali na frente do seu amigo que a olhava como se ela fosse uma louca. Se sentiu péssima, um lixo ambulante. Se tivesse uma ponte, ela se jogaria em sua próxima ação.

Logo suas mãos foram em direção ao seu rosto, ela não conseguiria o encarar, não depois daquele vexame. O que diabos eu fui tentar fazer? - ela pensou. Se agredindo internamente.

May... - ele levou uma de suas mãos até o rosto coberto da menina que assim que sentiu seu toque, saiu em disparada. Correu, o mais rápido que pode.

´´Nossa, May Lucianne, que ideia brilhante, correr... realmente isso resolve tudo. Que burra! Que estúpida eu sou! Quando que um garoto como o Harry ia querer me beijar? Eu não devo me enxergar mesmo! ´´ - seus pensamentos eram como flechadas em seu peito. Não parou de corre até que chegara no corredor da ala XX e avançou para seu dormitório.



Se jogou em sua cama e achou que a melhor decisão seria se jogar pela janela. Já que não conseguia pensar em uma maneira não embaraçosa de se encontrar com Harry no dia seguinte. Demorou cerca de três horas para pegar no sono naquela noite. Foi uma noite longa, mas não longa o bastante para que ela pudesse se recuperar.


***


O último dia de aula antes do fim de semana havia chegado, até mesmo as expressões dos alunos mudam na sexta-feira. Todos vem com mais disposição para as aulas, estão com os olhos concentrados nos relógios e não veem a hora de ficarem livres nem que seja por alguns dias daquele lugar.

Entretanto, aquela sexta-feira não seria como as outras, aquele internato não era mais como os outros. Virou uma cena de um crime, de um homícidio. Não era algo simples, não era algo que pudesse se deixar para lá. Os pais de Devine vieram buscar as coisas dele, o pai parecia estar abatido já a mãe demonstrava mais frieza. Nenhum dos dois era tão apegado ao filho problemático. Apesar desse fato exigiram justiça e uma medida do colégio foi fazer com que todos os alunos da instituição dessem um depoimento sobre seus últimos passos no dia do assassinato.

Dividiram a equipe em cinco salas e turma por turma, os alunos foram levados a depor. A grande maioria de nada sabia, realmente. Ninguém tinha muito apego aos detalhes, a verdade é que cada um cuidava mais dos seus próprios interesses, alunos poderiam estar se matando em uma briga que boa parte apenas passaria pla cena, sem prestar atenção, tamanha a banalidade da violência no lugar.

Chegara a vez de Liam depor, suas mãos tremiam, o detetive de sua sala, logo prestou atenção nos sinais que o rapaz estava concedendo apenas com seus gestos. Quando as palavras começaram a sair, o agente sabia que Payne tinha informações.

Você tem certeza que não viu nada? - perguntou arqueando a sobrancelha quando Liam acabou de dizer que não lembrava de nada suspeito.
Eu... não posso acusar ninguém... - disse nervoso, Liam queria se vingar mas queria provas.

Acho que você sabe de algo e deveria dizer, rapaz. -  o detetive pressionou.

Você devia prestar atenção no clã... - falou rápido

Clã? - o policial pensou e logo balançou a cabeça, já sabia do que Payne falava. - Você suspeita de algum deles?

Sim... - falou baixo e abaixou a cabeça

Muito bem. Percebo que você não quer declarar muito mas vou anotar seu nome aqui ´´Liam Payne´´ e espero que nos ajude com esse caso quando se sentir mais a vontade. - Ele piscou e liberou o garoto.

Payne treme quando ao sair pela porta e dá de cara com Angel... ela cerra os olhos e empurra seu ombro ao dele, os chocando e entra na sala em seguida.

Sente-se por favor... Senhorita Amélia Rose González – ela revirou os olhos ao ouvir seu nome inteiro.

Se sentou ou melhor, quase se deitou na cadeira. Cruzando os braços em seguida, olhando para a cara do detetive que a encarava também.

Okay, me diga o que estava fazendo naquela noite... - falou e segurou seu bloquinho de anotações.

Nada que te interessa. - ela falou com uma carranca

Eu sei quem você é... Angel. - Ele disse com um sorriso debochado – Se eu fosse você cooperava porque nós dois sabemos que sua situação não é das melhores. Ainda mais com um crime como esse, um homicídio...




´´Não, ele não tinha esse direito, quem esse detetive de meia tigela acha que é? Ele não pode estar falando comigo desse jeito, a minha vontade era de perfurar sua garganta até que ele perdesse a voz.´´ - pensou a garota furiosa

Eu não vi nada, estava na floresta naquela noite. - falou rapidamente.

Algum álibi? - ele perguntou e ela negou com a cabeça – Foi o que eu imaginei, agora entendo o porquê do seu clã ter sido comentado nessa sala agora a pouco, realmente... - ele balançou a cabeça. - Está liberada ´´Angel´´ - ele fez aspas com as mãos.

González se levantou com um ódio enorme e estava nítido em sua face. Bateu a porta com força ao sair, ajeitou sua touca e seguiu sozinha de volta a sala. Porém antes de entrar viu alguém e decidiu liberar um pouco de sua raiva e fúria. Andou a passos rápidos que logo foram percebidos.

Quando Liam olhou para trás viu aquela sombra negra se aproximando, indo de encontro a ele com um olhar que nem parecia humano, ele se afastou e aumentou seus passos, quase correndo procurando alguma alma viva mas sabia que isso não impediria nada. Andou mais rápido e saiu pelo jardim, sem nem inspirar o ar puro se enfiou em alguns arbustos se escondendo. Logo viu a garota sair correndo e parando, olhando para toda a vista.

Você não me escapa Payne! Não vai poder se esconder a vida toda! - ela gritou e caminhou de volta para o prédio.

´´ Você que não perde por esperar Angel... você vai conhecer o verdadeiro Liam Payne. Um dia é dia do caçador e no outro da caça. ´´ - pensou em seus devaneios, com seu plano de vingança vindo à mente.

Alguns minutos depois, saiu do seu esconderijo improvisado e seguiu para a aula. Nem podia contar a quantidade de vezes que seu coração batera mais forte enquanto ele fugia a perseguição do clã e principalmente de Angel. Aquela garota fazia de tudo para fazê-lo sofrer. Sempre.

CONTINUA... 


Eu sei que o combinado é postar todo sábado mas HOJE É MEU ANIVERSÁRIOOOO e queria de certa forma passar essa data com vocês, é isso. Espero que tenham curtido o caps

Malikisses